quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Meu primeiro IPad

Ganhei agora no Natal um IPad. Sem dúvida um grande presente mas o motivo de abordar esse assunto aqui, refere-se ao impacto que o maravilhoso aparelho provocou em mim e nos meus prováveis hábitos futuros. Com tantas previsões sobre e substituição da leitura do impresso pela leitura em tablets ou semelhantes, minhas primeiras impressões foram bastante positivas. Como sou iniciado em tecnologia é óbvio que minha aceitação foi mais fácil do que para os não iniciados, mas alguns pontos merecem atenção.

1. Tempo de baixar o exemplar do jornal: No caso do Globo, em minha rede wireless doméstica, foi de aproximadamente 8 minutos. Nada mal, mas fica aquela impressão tal qual quando se passa um fax, é lento.....Mas mesmo assim, ponto para o IPad

2. Tempo para baixar a edição de uma revista quinzenal que assino no impresso: 55 minutos, na mesma rede doméstica. É muito lento, mas vou trocar a assinatura da revista impressa pela do IPad, pois acho que tem tudo a ver para a leitura e portabilidade...Ponto para o o IPad.

3. Manuseio do jornal no IPad:  é questão de costume, mas acho que muitos vão ter alguma dificuldade em manusear o jornal no tablet. No caso do Globo, eles usam o software Digital Pages, que facilita bastante o "folhear" das páginas, mas mesmo com as facilidades de aumentar e diminuir o texto e correr o texto para cima, baixo, esquerda e direita, imagino que possa haver resitência de alguns para ler o jornal dessa forma. Com a continuidade da experiência talvez a percepção mude.

4. Manuseio da revista no IPad: perfeito,sem nenhum problema. Mais um ponto para o IPad.

5. Imagino que para a leitura de livros também seja bem apropriado, apesar de ter lido que os e-readers, como o Kindle da Amazon, funcionam melhor para isso do que o IPad.

Na pesquisa junto à loja ITunes da Apple para baixar as edições do Globo e da revista que assino, vi que já existem mais de 1.600 produtos cadastrados, a maioria gratis ou com preço bastante acessível. Isso mostra que a adesão ao IPad pelas editoras de jornais e revistas já é uma realidade.

Resumindo, acho que a mídia impressa vai ter uma boa participação de leitores também no digital, em muito breve. Quanto a questão do preço do aparelho no Brasil, que ainda é relativamente caro, com o tempo e a adesão contínua, pode-se chegar a preços atrativos e as editoras de jornais e revistas poderiam oferecer o tablet em comodato para quem assinar o produto digital por um período mais longo (2 anos?), agilizando dessa forma a aceitação do tablet para a leitura e demais atividades que se podem fazer com esse aparelho.

O novo modelo de negócios a ser adotado para que as vendas de assinaturas e anúncios nessa plataforma pague a conta das Editoras é outra história.

Com certeza a próxima geração de leitores vai ler os atuais  produtos impressos nos tablets...

Augusto Campos

Revista O POVO 2011

Retrospectiva aponta o que é necessário saber
sobre 2010 para entender 2011


O POVO circula no próximo dia 31 de dezembro, sexta-feira, com a revista O POVO 2011. São 68 páginas, trazendo os desafios da presidente eleita Dilma Rousseff e mais outras dez coisas que você precisa saber para entender 2011.

“O material traz uma seleção de 11 notícias do ano que se encerra e que terão impacto sobre o ano que se inicia. De alguma forma, trata-se do legado que o fim desta década deixa para o decênio que se inicia”, explica o editor-adjunto do Núcleo de Conjuntura do O POVO, Érico Firmo, responsável pela coordenação e edição da revista.

Os textos são assinados pelos jornalistas Ana Mary C. Cavalcante, Regina Ribeiro, Guálter George, Érico Firmo, Alinne Rodrigues, Yanna Guimarães, Henrique Araújo, Cláudio Ribeiro, Luar Maria Brandão, Marília Cordeiro. A concepção gráfica e a edição de arte são da dupla Andrea Araujo e Gil Dicelli.

Há, ainda, imagens dos fotógrafos do O POVO, que marcaram 2010, além de frases e charges marcantes.  Para fechar a edição, há entrevista exclusiva com o neurocientista Miguel Nicolelis, apontado como um dos cientistas mais importantes do mundo e até como potencial candidato a dar o Nobel de Medicina ao Brasil.

Fonte:
Joelma Leal
Assessora de Imprensa
do Grupo de Comunicação O POVO (Fortaleza – CE)
(85) 3255 6055

Jornais Marca.BR e Meia Hora aumentam circulação no estado de São Paulo


A direção da Empresa Jornalística Econômico S.A (Ejesa) anunciou que dois jornais do grupo, Marca.BR e Meia Hora, expandiram a circulação no estado de São Paulo desde novembro. Com o aumento, os dois diários passam a ter maior alcance no interior e litoral paulista.

“Os jornais Meia Hora e Marca.BR foram lançados recentemente em São Paulo. A expansão da circulação para estas cidades é um passo importante para a consolidação das publicações”, diz Nido Meireles, diretor do Mercado Leitor da Ejesa.

Agora, com o aumento de cidades que recebem os dois jornais, o esportivo Marca.BR passa a ser comercializado em 57 cidades do estado, como Rio Claro, Jundiaí, Piracicaba e Campinas. Enquanto que o Meia Hora, voltado para a classe C, começa a ser vendido em Santos e Bauru.


Fonte: Comunique-se

Publicidade estatal nos veículos de comunicação cresce 1.522%


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixará o governo com 8.094 veículos de comunicação na lista das empresas que recebem verbas de publicidade estatal, o que representa um crescimento de 1.522% no número de veículos atendidos. Quando tomou posse, em janeiro de 2003, o número era de apenas 499 veículos.

A publicidade do governo se espalhou por 2.733 cidades. Em 2003, eram só 182 municípios. A verba é destinada a jornais, revistas, emissoras de rádio, de TV e "outros", este último se refere a portais de internet, blogs, comerciais em cinemas, carros de som, barcos e publicidade estática (outdoors ou painéis). Segundo o governo, na categoria “outros” o que prevalece são sites e blogs.

Antes de 2003, não havia estatística precisa sobre o tema, mas apesar de os números do governo Lula terem sido anunciados, não se sabe quais são os nomes dos veículos que recebem a verba nem quanto cada um ganha.

Lula encerra os dois mandatos com gasto de R$ 9,325 bilhões em publicidade estatal para os veículos de comunicação, uma média anual de R$ 1,2 bilhão. No entanto, esses valores não incluem custo de produção dos comerciais, publicidade legal (os balanços de empresas estatais) e patrocínio.

Somadas produção e publicidade, o gasto médio do governo Lula foi de R$ 2,310 bilhões com propaganda, valor similar aos do governo FHC, apesar de não haver estatísticas precisas sobre o governo tucano.

*As informações são da Folha de S. Paulo.
Fonte: Comunique-se

Grupo Folha negocia compra de ações do UOL com a Portugal Telecom



Fonte: Comunique-se

O Grupo Folha, responsável pela publicação dos jornais Folha de S. Paulo e Agora, está negociando com a empresa Portugal Telecom para adquirir mais 28% do portal UOL. A informação foi divulgada pela página online do jornal português Diário Económico.

Conforme os dados da publicação lusitana, os valores da negociação chegam a aproximadamente R$ 320 milhões. A reportagem do Diário Económico afirma que o Grupo Folha chegou a fazer uma oferta, mas que os portugueses, ao menos por enquanto, não aceitaram vender as ações.

A empresa controladora da Folha de S. Paulo detém 54,87% do capital do UOL. Ainda segundo a matéria do jornal português, a intenção do Grupo Folha é retirar o UOL da Bolsa de Valores e fazer do site um grande "player" brasileiro na área de conteúdo online.
Atualmente, o UOL é o maior portal de internet da América Latina.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Jornalismo vale muito

Por Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ)
A divulgação pelo site WikiLeaks de milhares de documentos e mensagens secretas da diplomacia americana foi um dos grandes fatos políticos e jornalísticos dos últimos tempos. As entranhas do jogo de poder internacional ficaram expostas de uma forma nunca vista. À parte a importância maior ou menor das informações desvendadas, um fato se impôs no episódio: de posse da incrível quantidade de dados vazados, os responsáveis pelo site cuidaram de se aliar a um grupo de renomados jornais para torná-los públicos. Coube ao jornalismo profissional e independente a tarefa primeira de editar, contextualizar e divulgar o material.
O jornalismo de credibilidade, municiado por um dos mais emblemáticos veículos da Internet, deu uma demonstração impressionante de sua força e alcance. Se cada vez mais somos uma aldeia global, decorrência da Internet e das mídias digitais, nela é imprescindível a competência específica e a credibilidade do jornalismo de qualidade. Aliás, levantamentos de institutos renomados já mostraram que a maioria das notícias importantes veiculadas livremente pela Internet é originada nas redações da mídia tradicional – jornais em especial.
Para citar só três exemplos da importância das investigações feitas a partir dos pesados investimentos das empresas jornalísticas brasileiras: as matérias sobre o mensalão em 2005. No assunto educação, a imprensa denunciou um esquema de vazamento de provas do Exame Nacional do Ensino Médio, o ENEM. Uma investigação sobre o Campeonato Brasileiro em 2005 levou o futebol das páginas de esporte para as policiais, porque a cobertura jornalística apontou esquema de árbitros que manipulavam resultados para beneficiar apostadores em jogos de loterias clandestinas (a Máfia do Apito).
Sem tais investigações e matérias feitas pela imprensa, ninguém ficaria sabendo de nada. Esses são exemplos da importância do trabalho cotidiano das equipes de jornalistas que, seguindo padrões profissionais e transparentes exigidos pelas empresas jornalísticas, prestam um serviço inestimável às sociedades democráticas. Por isso os cidadãos se dispõem a pagar pelas assinaturas dos jornais e as empresas efetuam investimentos publicitários nos veículos de comunicação.
Para as empresas jornalísticas, contudo, a maravilhosa modernidade da Internet e das mídias digitais trouxe um desafio ainda não totalmente resolvido: como construir um modelo de negócio que se sustente e mantenha o jornalismo responsável e de credibilidade?
Esse bom jornalismo, que tantos serviços vem prestando ao longo da história, decorre de investimentos em profissionais altamente competentes, coberturas dispendiosas, empresas eficientes, equipamentos e muito mais. No entanto, vivemos hoje uma realidade em que alguns parecem presumir que as informações jornalísticas são um bem gratuito, que está disponível na grande rede mundial para quem delas quiser se apropriar e consumir.
Na Associação Nacional de Jornais, temos travado um intenso debate sobre esse desafio e buscado caminhos para vencê-lo. Reunimos mais de 145 jornais de todo o país, responsáveis por cerca de 90% da circulação diária. É com toda essa força e representatividade que temos, por exemplo, buscado negociações com os grandes agregadores de informações na Internet, com o objetivo de melhorar nossa visibilidade e audiência e, mais importante, buscar modelos de negócio que preservem as fontes independentes de informação e investigação jornalística – um dos mais relevantes elementos entre os pesos e contrapesos que sustentam as democracias.
Temos também chamado a atenção das autoridades e da sociedade brasileira para a importância da preservação dos direitos autorais, num momento em que tantos querem relativizá-los. Nessa linha, grande parte das empresas jornalísticas vem evoluindo para cobrar dos internautas seus conteúdos mais diferenciados.
Sem remuneração adequada, o bom jornalismo será cada vez mais raro. Preservar o jornalismo profissionalizado e independente é importante para o dia a dia de todos, para a formação da consciência crítica dos cidadãos e fundamental para a democracia. Porque informação com credibilidade custa muito para quem faz. Mas, por seu papel social, custa muito pouco para quem lê.
Fonte: Jornal O GLOBO, edição de 25 de dezembro de 2010.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal

A todos os amigos e seguidores desse blog, um Feliz Natal e um 2011 repleto de emoções e de grandes realizações, no papel e no digital.....

Augusto Campos

Revista Bravo! diminui o preço para atingir novo público


A Bravo!, publicação mensal da Editora Abril, vai começar o ano de 2011 com uma queda no preço de cada exemplar. A revista encerrou o ano custando R$ 14,90 e a partir de janeiro será comercializada a 10,00, o que representa um valor 33% mais baixo que o atual.

A direção da revista informa que a queda do preço coincide com o recente aumento de 31% da circulação, além de indicar que a publicação quer atingir um novo público. O jornalista João Gabriel de Lima, diretor de redação da Bravo! comenta sobre a mudança.

"Tornar a cultura aces­sível é mais do que uma proposta editorial, é uma missão da Bravo!", disse Lima.


Fonte: Comunique-se

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O POVO circula com especial de Natal

Mineiros chilenos inspiram a produção do caderno

O especial de Natal do O POVO, circula nesta sexta-feira, 24, tem oito páginas e traz seis belas histórias de vida, a partir do conceito de NASCER.

O caderno foi inspirado nos mineiros chilenos, que nasceram das profundezas do deserto do Atacama. A equipe escalada para o projeto foi formada pelos jornalistas Ana Mary C. Cavalcante, Demitri Túlio, Érico Firmo, Magela Lima, Manoella Monteiro, Tânia Alves e os fotógrafos Deivyson Teixeira, Iana Soares e Igor de Melo.

“Escolher um tema e, a partir dele, buscar pessoas que nos tragam o Natal, é uma tradição do O POVO, que há anos presenteia seus leitores com histórias emocionantes, uma leitura leve e comprometida com a reflexão. Um conteúdo de qualidade reforçado pela concepção visual dos editores de arte do jornal. Este ano, o editor de Arte, Gil Dicelli, construiu os personagens em fragmentos de espelhos, que expressam a pluralidade das emoções”, explica a diretora-executiva da Redação, Fátima Sudário, que assina a edição do material.
Em anos anteriores, os repórteres foram às ruas vestidos de Papai Noel para ver e sentir a reação das pessoas ao símbolo; foram escritas crônicas para dizer do sentir e contadas histórias de papais Noel de verdade, com toda força simbólica, os anjos da vida. Em 2009, foi produzido um auto de Natal com as histórias de pessoas que carregam o nome de Jesus, Baltazar, Maria, José, o presépio inteiro.

Fonte: Joelma Leal - Jornal O Povo - CE

Folha oferece R$ 320 milhões por UOL

Grupo que edita o jornal Folha de S.Paulo já detém 54,87% do portal e quer adquirir os 28% de participação da Portugal Telecom

 

Portugal Telecom tem 28% de participação no UOL

O Grupo Folha, que edita o jornal Folha de S.Paulo, ofereceu R$ 320 milhões de reais (140 milhões de euros) pelos 28% de participação da Portugal Telecom (PT) no portal UOL. As informações são do jornal português Diário Económico e não foram confirmadas nem pelo UOL e nem pela PT. O Meio & Mensagem contatou a PT há cerca de um mês sobre a possível negociação e não obteve uma posição oficial da empresa. Ainda assim, a PT havia informado que sua entrada no capital da Oi não estava relacionada à saída concomitante do UOL. A Oi é controladora do portal iG.

O Grupo Folha detém, atualmente, 54,87% do capital do portal UOL e, como parceiro da PT no portal, tem direito de opção de compra pela participação da empresa portuguesa. Ainda conforme o Diário Económico, o objetivo do Grupo Folha é retirar o UOL da bolsa de valores. Tal estratégia estaria relacionada ao fato do Grupo Folha preparar o UOL para fazer do portal um grande player na área de conteúdo e, inclusive, expandi-lo para outros mercados latino-americanos. Mas, além do próprio Grupo Folha, outros players, nacionais e estrangeiros, também teriam interesse em adquirir a participação da PT no UOL. PT e UOL não se pronunciam sobre o assunto.

Há uma semana, o UOL anunciou a aquisição da Diveo Broadband, empresa de datacenter que tem 1,3 mil clientes corporativos, dos quais 40% apenas no datacenter. O valor do negócio não foi revelado. A Diveo tem um datacenter no Brasil com 17 mil metros quadrados e capacidade de armazenamento de 1 mil Terabytes. A Diveo tem sede nos EUA e operação também na Colômbia e investiu no Brasil, este ano, R$ 40 milhões. A aquisição do UOL fortalece o UOL Data Center que, lançado há dois anos, opera na área de hosting (hospedagem) e já fez aquisições como a Plug In, SouthTech, Insite e DH&C. A revista Valor Data publicou que o UOL tinha, em setembro, R$ 490 milhões em caixa no final de setembro, o que pode indicar novas aquisições. No segundo trimestre deste ano, o UOL divulgou balanço com lucro líquido de R$ 31,1 milhões, aumento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita publicitária foi de R$ 140,2 milhões, expansão de 43% sobre o ano passado.

Fonte: Meio & Mensagem Online

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Por que o IPAD nunca vai substituir os jornais....

Veja o vídeo.....

Jornal brasileiro para iPad deve ser lançado em 2011

Equipe que irá produzir o conteúdo está sendo montada. No começo o time contará com 25 profissionais para gerar atualizações diárias


 
Publicação será formulada especialmente para leitura no tablet
 

O Brasil deverá ter um jornal exclusivo para iPad em 2011. A proposta - um diário com notícias de interesse geral - está sendo capitaneada pelos jornalistas Joaquim Castanheira e Leonardo Attuch, que até o final do ano atuam na revista IstoÉ Dinheiro. O projeto tem apoio de um sócio investidor, ainda mantido sob sigilo. O nome do futuro jornal também será preservado até que a publicação possa ser anunciada.

Castanheira e Attuch já iniciaram o processo de contratação da equipe. No primeiro momento, o time responsável pelo diário exclusivo para iPad deve ser composto por 25 pessoas entre jornalistas, fotógrafos e profissionais da área de arte e diagramação.

"O iPad é um espetacular meio de comunicação que rompe o obstáculo da portabilidade e da mobilidade. O equipamento certamente será para a nossa indústria o que o iPod foi para a indústria da música e queremos, de alguma maneira, estar à frente desse processo", diz Castanheira. O jornal deverá ter sua primeira página atualizada duas vezes ao dia. No entanto, o conteúdo será alimentado constantemente com o que de mais importante acontecer no Brasil e no mundo. "Nossa meta é gerar relevância para o leitor, de forma que só destacaremos o que for de interesse geral. Nosso compromisso será com o conteúdo gratuito e de qualidade", afirma o jornalista.

Segundo Castanheira, a nova publicação terá uma série de colaboradores no mundo, além de blogs e conteúdos em formato de vídeo e áudio. Ele conta também que, além dele, Attuch e o sócio investidor, a ideia é oferecer participação societária aos editores contratados.

A proposta é a primeira que se tem notícia no Brasil. No mundo, a primeira publicação exclusivamente para iPad foi lançada no final de novembro pela Virgin Media, do inglês Richard Branson. A revista Project não tem versão impressa. Seu conteúdo é produzido diariamente, contemplando os diversos formatos de mídia, como texto, vídeo, música e foto. A revista digital é vendida na App Store a US$ 2,99.

Outra iniciativa partiu de Robert Murdoch, chefe da gigante de mídia News Corp. O jornal Daily, exclusivo para iPad, ainda não foi lançado, mas ao que tudo indica deve chegar ao mercado no começo de 2011. Assim como a Project, o jornal também não terá outros formatos de veiculação. A novidade fica por parte da distribuição. Segundo o plano, ele será enviado automaticamente para os tablets no valor de US$ 0,99 por semana.

Fonte: Meio & Mensagem Online

Mídia nacional cresce 20,6% de janeiro a outubro

Projeto Inter-Meios aponta faturamento de R$ 21,1 bilhões com vendas publicitárias

 

O faturamento dos veículos com venda de espaço publicitário cresceu 20,6% entre janeiro e outubro de 2010, em relação ao mesmo período do ano passado. Em dez meses, a mídia nacional arrecadou R$ 21,1 bilhões, de acordo com os últimos números do Projeto Inter-Meios.

A TV aberta mantém a maior fatia do bolo (63,2%), tendo faturado R$ 13,4 bilhões até outubro, valor 25,7% superior a 2009. O maior índice de crescimento é o da internet (28,8%), que abocanhou R$ 933,7 milhões no período e já tem 4,4% do total das verbas publicitárias. A TV por assinatura também se saiu bem, com faturamento 26% maior que o do ano passado, chegando a R$ 804 milhões e share de 3,8%.

Cinema, revistas e rádio tiveram bom desempenho, embora menor que a média geral do mercado. A publicidade em tela grande cresceu 14,3% (faturamento de R$ 72,6 milhões entre janeiro e outubro de 2010); em revistas, 15,8% (R$ 1,5 bilhão); e no dial, 11,8% (R$ 879 milhões).

A mídia exterior, em seu conjunto, faturou R$ 615 milhões, ou 15,6% mais que em 2009. Os jornais patinaram mais uma vez, com meros 5,3% de crescimento (R$ 2,7 bilhões). O único meio que registrou queda foi guias e listas (-10,1%), que faturou R$ 272,1 milhões no período.

Com informações da coluna Em Pauta, publicada na edição 1440 do jornal Meio & Mensagem, que circula com data de 20 de dezembro de 2010.

 

Publicidade nos EUA desacelera em 2011

Previsão das principais agências de mídia é de apenas 2,8% de crescimento, menos do que o índice deste ano (3,2%). Outro estudo mostra que a propaganda no meio digital superou a da mídia impressa em 2010


Depois de crescer modestos 3,2% em 2010, a compra de mídia nos Estados Unidos deve seguir em ritmo franciscano também no próximo ano, ficando em torno de 2,8%. É o que aponta a média das previsões das agências Group M (WPP), Magna Global (Interpublic) e Zenith Optimedia (Publicis).

Mas os números estão longe de ser desanimadores, pois superam com folga as previsões do início do ano, influenciadas pela queda de 11,9% de 2009 somente nos EUA, a maior já registrada desde a Grande Depressão de 1929. De acordo com a análise de AdAge, há um consenso no mercado publicitário norte-americano de que os tempos atuais serão mesmo de crescimento lento, ritmo semelhante com o qual a maior economia do mundo vem se recuperando de uma de suas maiores crises.

Outro estudo, da eMarketer, mostrou que a publicidade online nos Estados Unidos superou pela primeira vez a da mídia impressa. A estimativa é que o investimento em propaganda digital chegará a US$ 25,8 bilhões. O budget aplicado em jornais e revistas, segundo essa pesquisa, deverá ficar em US$ 22,8 bilhões.
De acordo com a eMarketer, o investimento em publicidade na mídia impressa irá declinar 8,2% ao final deste período. A expectativa é que em 2011 também se verifique queda nas verbas destinadas a jornais e revistas na ordem de 6%.

Digital

Já na avaliação da Magna Global, a publicidade online irá crescer 11,6% no próximo ano. O estudo indica search, vídeo online e mobile como categorias que elevam as verbas investidas no meio digital. Outro destaque é o aumento do número de aplicativos para tablets, especialmente o iPad.


Fonte: Meio & Mensagem Online

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

IPad: Inovação é oportunidade, não “risco”

Poderá a internet e, mais recentemente, o lançamento do iPad, de alguma forma, prejudicar o produto impresso?

Este final de ano foi marcado pelo lançamento, no Brasil, de uma novidade tecnológica ansiosamente aguardada, o iPad. E tenho notado, em meus contatos com os gráficos, a inquietação constante: “poderá a internet e, mais recentemente, o lançamento do iPad, de alguma forma, prejudicar o produto impresso?”

No passado, sempre que uma nova tecnologia era desenvolvida, os pessimistas alardeavam o pior. Foi assim com a chegada da televisão, que iria liquidar o rádio e o cinema - e os dois estão aí, mais fortes e dinâmicos do que nunca. Ambos os veículos souberam se reinventar, trazendo ao público aquele “mais” que torna um produto especialmente atrativo.

No caso do cinema, grandes sucessos de bilheteria sucedem-se temporada após temporada. “Avatar”, lançado no começo deste ano, já arrecadou mais de dois bilhões de dólares. Nada mau para uma mídia destinada a “morrer”... James Cameron soube utilizar a tecnologia, no caso a filmagem em “3D”, para levar aos cinemas multidões de espectadores que se encantaram com a criatividade do diretor.

Nos livros, títulos da série Harry Potter e Crepúsculo vendem milhões de exemplares para um público adolescente que já cresceu em um mundo digital. Prova de que, com criatividade e talento, o consumidor sempre é fisgado e lança-se com prazer ao que sente que acrescenta algo à sua vida.

As novidades, como o caso do iPad, podem até assustar no momento em que são lançadas, pois vêm com todo aparato da mídia mundial. Depois que a poeira baixa, percebemos que são apenas mais um veículo para os leitores, e que, como qualquer produto, encontrará usuários, sem, contudo, ameaçar os setores já existentes.

Outra preocupação pertinente no tocante ao avanço das mídias digitais no campo da informação diz respeito à qualidade dos conteúdos produzidos e armazenados. Megaempresas digitais, como a Apple e o Google, cresceram tanto, e com tantas ramificações, que não seria exagero afirmar que nos tornamos quase reféns desses conglomerados, e que estes podem, se assim o desejarem, manipular as informações de acordo com seus interesses. Outra desvantagem é que, ao consultar sites de busca como o Google e o Yahoo, a informação flui como uma cascata, sem qualquer filtro.

É aí que entra a credibilidade do produto impresso. Ao comprar uma revista ou um jornal, por exemplo, temos a certeza de que ele foi feito por profissionais experientes e preparados. Sabemos, de antemão, que as informações ali reunidas passaram por um crivo que as tornam mais confiáveis. E o consumidor busca sempre isso: credibilidade e confiança.

O que tenho sempre recomendado é que façam o que sempre fizeram – sobretudo aqueles que conseguiram êxito em seus empreendimentos: arregacem as mangas e procurem enxergar nas novas tecnologias uma oportunidade de crescimento. Agreguem valor ao seu negócio. Esse é o caminho que conduz ao sucesso.

Dieter Brandt (Presidente da Heidelberg para a América do Sul)

HSM Online
10/12/2010

IVC incluirá edições de jornais no iPad


O Instituto Verificador de Circulação (IVC) anunciou que passará a contabilizar a audiência de jornais e revistas pelos aplicativos e edições dos veículos no iPad. Com a novidade, o IVC poderá medir o número de downloads dos aplicativos e a quantidade de edições digitais adquiridas.

Segundo o Instituto, a Apple Store, na qual os usuários baixam os aplicativos dos veículos, funcionará como uma “banca virtual”. Além disso, as empresas saberão a data de aquisição e a região do leitor do veículo no iPad.

As informações são da Folha de S. Paulo.

Fonte: Comunique-se

Jornais gratuitos investem em mercados regionais

De olho no interior do País, Metro e Destak planejam expandir circulação


A exemplo do que vem feito por diversos setores econômicos do País, a indústria da comunicação também tem ampliado seus investimentos nos mercados regionais. É o caso do Metro e do Destak. Os dois principais jornais gratuitos estão de olho em diversas economias estaduais que possam incrementar a circulação e a receita dos veículos.

Lançado em 2006 na capital paulista, o Destak, resultado da parceria firmada entre o empresário André Jordan e o grupo de mídia impressa português, também pode ser encontrando desde 2008 no Rio de Janeiro e em Brasília, desde meados deste ano.

A próxima edição deverá ser lançada na região Sul e depois no Nordeste. O diretor comercial, Cláudio Zorzett, explica que o plano de expansão prioriza as capitais, que concentram a maioria dos leitores e a maior verba publicitária. "Vendemos localmente e em rede e quanto mais mercados atingirmos melhor será nosso desempenho comercial", acentua o executivo afirmando que, caso o anunciante prefira, ainda pode colocar campanhas diferentes em cada edição.

Nos próximos dois anos, ele afirma que a intenção é que o Destak esteja em pelo menos uma cidade de cada uma das cinco regiões do País. Na semana passada, Zorzett, anunciou seu desligamento do jornal, onde trabalha desde o início da sua operação no Brasil. A editora Destak assegurou que o plano de expansão do jornal permanece inalterado.

O Metro foi lançado em 2007 em São Paulo e atualmente está presente em Campinas, Santos e na região do ABC Paulista. Até o final do primeiro semestre de 2011, a intenção é iniciar a circulação em Brasília e Curitiba. Cláudio Bianchini, presidente do jornal publicado pelo Publimetro em associação coma Rede Bandeirantes, explica que o modelo de negócios dos impressos gratuitos pressupõe ganho de escala obtido por meio do aumento da distribuição, o que implica na redução de custos operacionais e administrativos e no aumento da competitividade comercial. "Temos planos de lançar o produto também em Fortaleza, Recife e Salvador", afirma.

O total de exemplares do Destak soma 290 mil. No Metro esse número chega a 330 mil. No primeiro, a proporção entre conteúdo nacional e local é dividido ao meio já no Metro é de 60% local e 40% nacional.

Fonte: Meio & Mensagem Online

Veja conquista novos leitores via iPad

Média de downloads sobe de 2.500 para 15 mil com edição gratuita da revista


A Veja, que estreou no iPad em 4 de setembro, contabiliza uma média de 2.500 downloads por edição. Na semana em que o mercado recebeu os primeiros lotes oficiais do tablet no Brasil, a revista colocou no ar uma edição gratuita, repleta de recursos interativos, inclusive na publicidade. A Editora Abril estima que o total de downloads, desta vez, chegará a 15 mil. Uma pesquisa feita com as pessoas que baixaram esse número trouxe uma boa notícia: dos que responderam, 32% disseram não serem assinantes. Ou seja, são leitores novos.

Fonte: Meio & Mensagem Online

Roberto Muylaert é reeleito presidente da ANER

O jornalista Roberto Muylaert foi reeleito, nesta quinta-feira (16/12), presidente da Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER), para o segundo mandato de Presidente da entidade no biênio 2011/12.

Um dos planos de Muylaert é valorizar o meio revista e aumentar o share de mercado, principalmente com a chegada dos tablets.

Roberto Muylaert é jornalista, escritor, editor e fundador da RMC Editora de São Paulo. Foi presidente da TV Cultura de São Paulo (1986 a 1995) e ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da presidência da República (1995, governo Fernando Henrique Cardoso).

Começou sua carreira como jornalista em 1964 na Editora Abril, onde lançou a revista Exame em 1967. Foi publisher de Veja, Exame e editor da revista Visão (1975-1976). Como presidente da Fundação Bienal de São Paulo, organizou a exposição de arte brasileira Tradição e Ruptura, em 1984, e a 18ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1985.

O jornalista tem seis livros publicados: China, Chá e Cheng, Marketing Cultural & Comunicação Dirigida, A Copa que Ninguém Viu (com Jô Soares e Armando Nogueira), Barbosa, um Gol faz Cinquenta Anos, Paulinha (crônicas) e Alarm!.
Fonte: Comunique-se

Google e ANJ fazem parceria e estabelecem regras para o Google Notícias


 
A Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e o Google firmaram um acordo para estabelecer regras nas buscas de notícias na web. A partir desta quinta-feira (16/12), o Google Notícias exibirá apenas uma linha de cada notícia, para que o leitor se sinta atraído a entrar nos portais noticiosos. Além disso, a parceria prevê treinamentos para que os jornais aprendam a utilizar melhor as ferramentas e tecnologias do Google.

Os portais Terra, iG, R7, Yahoo, MSN e Globo (G1 e Globo.com) anunciaram que pretendem aderir ao experimento.

Para que o buscador de notícias mostre apenas uma linha das matérias, os veículos terão que adotar procedimentos para instruir o “robô” do Google a selecionar apenas a primeira linha de cada reportagem. A nova regra deve durar seis meses. Durante esse período os veículos irão monitorar se houve aumento de tráfego em seus sites.

"Temos a opinião de gente que acredita que a redução do conteúdo possa levar mais pessoas aos sites dos veículos. (Mas,) pode ocorrer o contrário e o leitor não ser fisgado por uma linha de notícia", disse Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado e diretor do comitê de estratégia digital da ANJ, durante conversa com associados da entidade, em uma sala de bate-papo do UOL.

Atualmente, o Google Notícias exibe três linhas de conteúdo. No entanto, veículos como Folha e UOL não permitem que seu conteúdo seja anexado ao buscador de notícias do Google.

*As informações são da Folha de S. Paulo.
Fonte: Comunique-se

Mini redação do jornal Extra vai circular pelas ruas do Rio

Unidade móvel é patrocinada pela bebida energética Guaravita e terá notícias em tempo real


O jornal Extra acaba de lançar uma Unidade Móvel, o Extra UM, que circulará pelas ruas da cidade para acompanhar de perto os grandes acontecimentos do Rio. Patrocinada pela bebida energética Guaravita, a redação itinerante é equipada para transmissões ao vivo e para edição remota do jornal.

De acordo com Bruno Thys, diretor de unidade dos jornais populares da Infoglobo, a mini redação tornará ainda mais rápida a apuração e veiculação de reportagens do Extra. Câmeras, computadores e programas de edição vão auxiliar no trabalho a ser realizado nas diversas plataformas da publicação carioca.

Fonte: Meio & Mensagem Online

domingo, 12 de dezembro de 2010

The New York Times eliminará cargo de editor de mídias sociais


O jornal The New York Times eliminará o cargo de editor responsável por mídias sociais no inicio de 2011. A função, exercida pela jornalista Jennifer Preston, será compartilhada pela equipe do editor de notícia interativa do NYT, Aron Pilhofer, composta de 10 pessoas.

"Mídia social não pode pertencer a apenas uma pessoa, isto precisa ser parte do trabalho de todos", afirmou Preston, ao site Poynter. Em agosto do ano passado, a jornalista já havia informado à direção do jornal, que sua atuação na área não era mais necessária. Segundo ela, os jornalistas do NYTimes já sabem lidar com as novas mídias.

Fonte: Comunique-se

Pesquisa: iPad está acabando com o impresso


O iPad tem poderá efeito venenoso sobre os jornais impressos, com muitos usuários do tablet cancelando as assinaturas e deixando de comprar o veículo de comunicação em papel, em favor do consumo de notícias por meio do aparelho da Apple. Todas essas afirmações são da pesquisa realizada pelo Donald W. Reynolds Journalism Institute (RJI) da Universidade de Missouri-EUA.
A pesquisa conversou com mais de 1600 usuários de iPad, sendo que 84% dos entrevistados afirmaram que uma das principais utilidades do aparelho é "ler notícias". A metade informou, que em um dia comum, passa mais de uma hora usando o iPad para se manter informado. A pesquisa também revelou que um dos fatores que estão levando a migração de noticiário para o tablet é "o preço inferior ao de uma assinatura de jornal impresso".
E com a questão das assinaturas, 10% dos respondentes da pesquisa, informaram que eram assinantes de algum jornal, mas que não são mais, em troca da leitura em iPad. O levantamento também diz que, de acordo com os entrevistados, The New York Times e The Wall Street Journal tendem, em breve, a mudar por completo para a plataforma digital.
*As informações são da Macworld.com

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

As 10 tendências do futuro da mídia

As 10 tendências do futuro da mídia

Crescimento da audiência de TV, explosão dos vídeos online, futebol, novela e tudo o que será relevante na mídia daqui para frente

O Advertising Age lançou o estudo Global Media Habits 2010, que mostra como a mídia tem sido consumida ao redor do mundo. A publicação indicou 10 tendências que estão permeando o consumo em mercados tradicionais e emergentes.

1 - Mesmo populações relativamente pobres consideram TV uma necessidade
Em 2010, quase metade dos lares indianos tinham uma TV, contra apenas um terço em 2001. Em áreas urbanas, o número salta para 96%, contra apenas 7% de indianos que usam internet. No Quênia, a taxa de penetração de televisores saltou de 60% para 70% da população entre 2005 e 2009. Mesmo na periferia de São Paulo, as TV´s são o bem mais vendido na rede varejista Casas Bahia, mesmo consdierando-se o fato de que muitas pessoas podem não ter eletricidade ou água encanada.

2 - Apesar da internet, estamos assistindo mais TV

O norte-americano médio assistiu a 280 minutos de TV a cada dia em 2009, mais de quatro horas e meia. Trata-se de um aumento de três minutos em relação a 2008, um número muito similar ao resto do mundo, onde se assiste televisão em média três horas e 12 minutos ao dia.

3 - O mundo assiste futebol, novelas e atrações como American Idol

A Copa do Mundo de 2010 foi o evento televisivo de maior audiência na história. Foi transmitido em todos os países (com exceção da Coreia do Norte) e atingiu uma audiência média de 400 milhões por partida. Além disso, mais de um terço dos afegãos assistiram o “Afghan Star”, versão local de “American Idol”. E a brasileira Rede Globo transmite novelas desde os anos 1970, algumas delas assistidas por 80 milhões de pessoas.

4 - EUA e Europa perderam circulação de jornais, mas o resto do mundo teve aumento

Ásia, África e América Latina tiveram aumento de títulos e circulação na base de dois dígitos. China e Índia são lar de quase metade dos 100 maiores diários do mundo, com circulação média de 109 mil. Na Índia, o número de diários pagos saltou 44% desde 2005, para 2,7 mil. Isso representa quase um quinto de todos os jornais do mundo.

5 - Fique de olho no Facebook

A base de usuários é de 517 milhões. Um estudo da DDB mostrou que o usuário médio tem 31 anos e segue nove marcas. Três quartos deles já pressionaram o botão “curtir” para mostra que gostam de uma marca. Por outro lado, eles querem tratamento especial (95%) e defenderiam a marca se fosse necessário (94%).

6 - Cyber cafés tornam mais online as populações de países emergentes

Na Coreia do Sul, as pessoas podem alugar acessos de banda larga por 80 centavos a hora, eliminando a necessidade de se pagar assinatura mensal. Com isso, os coreanos estão abraçando as tendências como redes sociais e jogos online entre diversos jogadores. Os Cyber Cafés se expandiram também para a Indonésia, onde apenas 5% da população tem um PC e para o Brasil, onde são conhecidos como “Lan Houses” e oferecem preços a partir de US$ 1 por hora.

7 - BRIC´s lideram o consumo de vídeos online

Brasil, Rússia, Índia, China e Indonésia têm os mais ávidos consumidores de vídeos onlines. Na China e na Indonésia, as pessoas são 26% mais propensas a ver este tipo de vídeo do que na média global. Índia, com 21% a mais, além de Brasil e Rússia, com 11% também. Cada vez mais a internet se torna TV. Em 2009, um terço de todo o tráfego de internet foi de vídeo e neste ano saltará para 40%. A expectativa, de acordo com a Cisco, é de que o volume atinja 90% em 2014.

8 - Penetração da internet é interrompida por custos, ao contrário de mobile

Apenas 81 milhões de indianos usam a internet (7% da população), mas 507 milhões tem telefones móveis. É o mesmo cenário de outros países, como China (20% contra 57%), Brasil (32% x 86%) e Indonésia (5% x 66%).

9 - Netbooks, e-readers e tablets irão dirigir o crescimento de uso da internet

A proliferação de novas telas, notebooks, e-readers e tablets deverá quadriplicar o tráfego de IP no mundo até 2014, de acordo com a Cisco. Isso representa 12 bilhões de conteúdos que cabem em um DVD a cada mês. O maior crescimento será de vídeo – em formatos 3D e HD, cujo conteúdo chegará a computadores, televisores e telefones.

10 - No futuro distante, os hábitos de mídia estarão representados em uma palavra: mais 

O  tempo gasto com computadores triplicou na última década entre pessoas de 8 a 18 anos. A maior parte do tempo é gasto em redes sociais, seguido por jogos, sites de vídeos e instant messenger. A pessoa média desse grupo de jovens fica expostos à mídia por sete horas e meia por dia. Em 10 anos, quando essas pessoas começarem a trabalhar, o consumo de mídia irá aumentar ainda mais.

Fonte: M&M Online

 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Google Books

Chegou à internet nesta segunda-feira o "Google Books", anunciada como a maior livraria digital da internet, com mais de três milhões de livros disponíveis (Conheça). A informação é do G1.
"Acreditamos que essa será a maior biblioteca de livros eletrônicos do mundo", disse o porta-voz da empresa Jeannie Hornung. "Incluindo os livros gratuitos, tem mais de três milhões de títulos disponíveis no novo serviço".
O lançamento vai oferecer à companhia possibilidade de concorrência com a Amazon, dona do leitor digital Kindle, atualmente o dono do segmento de livros eletrônicos. O projeto foi lançado nos Estados Unidos com três meses de atraso e nasceu com um nome diferente do que era esperado - "Google Editions".
Não é de hoje que o Google planeja a digitalização em massa de livros. Em março de 2009, o assunto já rondava as pauta de tecnologia e inclusive já era tema de polêmica com a Amazon. A dona do Kindle havia assumido posição contrária ao plano, afirmando que o projeto proposto viola leis de defesa da concorrência.

Fonte: Fernando Guimarães - Blog  Marketing de Relacionamento