segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Folha, 90, digitaliza todo seu acervo

Como parte das comemorações do nonagésimo aniversário, jornal disponibiliza na web seu conteúdo desde 1921

Reprodução Primeira edição do jornal, ainda com o nome de Folha da Noite, que circulou no dia 19 de Fevereiro de 1921
 
Primeira edição do jornal, ainda com o nome de Folha da Noite, que circulou no dia 19 de Fevereiro de 1921
 

A Folha de S. Paulo marca seu aniversário de 90 anos, completados no último sábado, 19, com uma celebração ecumênica reunindo diversas religiões, com coquetel e concerto, na Sala São Paulo. Uma comemoração sofisticada e discreta. Conforme conta o presidente da empresa Folha da Manhã S.A e também principal executivo do Grupo Folha, Luiz Frias, chega agora um presente aos leitores, já que a Folha disponibiliza seu acervo online, com a totalidade de todo o conteúdo publicado desde 1921, e finalmente digitalizado (veja aqui). De acordo com reportagem publicada na própria Folha nesta segunda-feira 21, somente no sábado, o acervo digital teve um pico de acessos de 25 mil usuários por hora.

No sábado 19, a edição comemorativa contou com um caderno especial, com quatro capas diferentes - casa assinante recebia um modelo, aleatoriamente. Como recheio, o jornal fez um amplo resgate de sua trajetória, com retrospectivas e principais fatos que marcaram sua mudança e evolução na cobertura dos fatos do Brasil e do mundo nas últimas nove décadas. Como "presente", os internautas terão, por um mês, acesso gratuito a todas as edições do jornal. Um livro com as capas que fizeram história também está nos planos do veículo.

Fonte: M&M Online

Fundação Demócrito Rocha e Ministério do Esporte....

Fundação Demócrito Rocha e Ministério do Esporte
lançam, nesta sexta, o projeto Olimpíada e Cidadania


Profissionais e estudantes de educação física terão apoio do “Olimpíada e Cidadania - Qualificação Integrada dos Profissionais de Educação Física na formação de atletas e cidadãos”, projeto resultado do convênio firmado entre a Fundação Demócrito Rocha (FDR) e o Ministério dos Esportes.
Todo o projeto será gratuito e executado no Ceará, Piauí e Maranhão por meio do envio de 12 fascículos (de periodicidade semanal) e seis DVDs (cada um duas videoaulas). O tema central são os preparativos para os Jogos Olímpicos Rio de Janeiro 2016 para formação de atletas e cidadãos.
Além dos fascículos e dos DVDs, o curso terá ferramentas didáticas auxiliares: hotsite (www.fdr.com.br/olimpiadaecidadania), linha O800, Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e videoaulas. O Curso terá a avaliação final e certificação.

A meta é qualificar aproximadamente dez mil profissionais de educação física inscritos no Conselho Regional de Educação Física da 5ª Região- CREF5. Serão abordados temas como: O papel do profissional de Educação Física na sociedade, A história do esporte, Os Jogos Olímpicos, O esporte no Brasil, Esportes Olímpicos, Marketing Esportivo, Pedagogia do Ensino do Esporte, Ergonomia e Políticas Públicas e as Perspectivas da Olimpíada Rio 2016.
No total, serão realizados dez seminários “Olimpíada e Cidadania: Políticas públicas e oportunidades na área do esporte olímpico”, nas seguintes localidades: Maranhão (São Luiz, Imperatriz, Caxias); Piauí (Teresina, Picos e Parnaíba); Ceará (Caucaia, Quixadá, Juazeiro do Norte e Sobral).
Já o congresso “Olimpíada e Cidadania – O papel dos profissionais de educação física no Projeto Olímpico Brasileiro”, que marcará o encerramento da programação, será em Fortaleza, no mês de junho.
A carga horária do curso é de 160 h/a e terá direito a certificado, concedido de acordo com a participação do cursista: de extensão (para quem acertar no mínimo 12 questões da prova on line) ou de participação (para quem não atingir a nota mínima para aprovação).

O lançamento será nesta sexta, dia 25, e contará com autoridades locais e nacionais.  Está confirmada a presença do chefe de gabinete do Ministério do Esporte, Vicente José de Lima Neto.

Serviço:
Lançamento do projeto Olimpíada e Cidadania - Qualificação Integrada dos Profissionais de Educação Física na formação de atletas e cidadãos
Dia 25/02, às 17h, na presidência do O POVO (Av. Aguanambi, 282, Joaquim Távora)
Evento para convidados
Informações: 3366 3793

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Jornal Correio* cresce 117% em 2010 e lidera circulação na Bahia


O jornal Correio*, veículo da Rede Bahia, ultrapassou pela primeira vez seu principal concorrente, o jornal A Tarde, com um crescimento de 117,43% em 2010 em relação ao ano anterior. De acordo com o IVC, em outubro de 2010, o Correio* alcançou a tiragem de 53.761 contra 45.132 de seu concorrente, e seguiu na liderança nos meses seguintes.

Para o diretor executivo da Rede Bahia, Luiz Albuquerque, o aumento da circulação foi puxado pelo novo projeto editorial e gráfico. “No nosso entendimento, a liderança já está consolidada, especialmente, porque não se trata de uma promoção pontual, mas do resultado de estratégias definidas e cuidadosamente implementadas”, avalia.

Fonte: Comunique-se

Grupo RAC lança revista Panorama e renova portal

Título temático será mensal e circulará em Ribeirão Preto e Campinas. Novo site muda nome de Cosmo para RAC

 O mês de março marcará o lançamento da revista Panorama, novo título do Grupo RAC. A publicação será encartada nos jornais Correio Popular, em Campinas, e Gazeta de Ribeirão Preto, com tiragem inicial de 35 mil e 12 mil, respectivamente. Com periodicidade mensal, lombada quadrada e formato 23 cm x 27,5 cm, a revista apresentará a cada edição conteúdos temáticos. A primeira edição em Ribeirão abordará a área jurídica, enquanto que a de Campinas a tributária.

A iniciativa é resultado de um projeto-piloto implementado em novembro de 2010 em Ribeirão Preto. "A Panorama teve 64 páginas, boa repercussão e no dia da circulação o jornal esgotou em bancas. Estamos montando uma equipe com 18 profissionais dedicados exclusivamente à revista", aponta Marcos Nogueira de Sá, que assumiu recentemente o posto de diretor de novos negócios do Grupo RAC e que está cuidando do lançamento da publicação.

Mudança de marca
Já neste mês, o Grupo RAC colocou no ar o portal RAC, em substituição ao Cosmo, com o objetivo de valorizar a marca corporativa. Além da troca do nome, o portal foi reestruturado, com a entrada de novas seções, dando espaço maior aos conteúdos mais buscados pelos internautas – esporte, entretenimento e cotidiano.

Segundo Marcelo Moraes, gerente de marketing e novos negócios da empresa, o principal objetivo da mudança foi aumentar a integração da mídia impressa com as mídias digitais e reforçar ao mercado a atuação integrada das marcas do grupo nas plataformas. O Grupo RAC publica os jornais Correio Popular, Diário do Povo, Notícia Já e a revista Metrópole, em Campinas, além da Gazeta de Piracicaba, em Piracicaba, e da Gazeta de Ribeirão, em Ribeirão Preto.

Fonte: M&M Online

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Folha, O Globo e Estadão cobrarão neste trimestre por conteúdo no iPad


Quem estava interessado em baixar aplicativos dos três principais jornais brasileiros devido a sua gratuidade terá que buscar novas opções. A informação veiculada pela Mac world Brasil ressalta que tanto Folha, O Globo e O Estado de S. Paulo tomaram a decisão de cobrar por este conteúdo porque já estava nos planos das empresas jornalísticas, além de não ter nenhuma imposição feita pela Apple.
Com a cobrança pelo conteúdo, novas versões destes aplicativos estarão disponíveis dentro de alguns meses na loja virtual da Apple, a maioria irá produzir noticiário exclusivo aos leitores de iPad, entretanto, a reprodução do jornal impresso para tablets ainda não será extinguida.
“Essa nova edição do aplicativo já estava planejada. Não foi feita por causa de nenhuma determinação da Apple. Anteriormente era um período de testes, de amadurecimento do aplicativo”, responde Nicholas Serrano, diretor de produtos do Grupo Estado, que confirma a criação de conteúdo exclusivo para iPad e outro com as mesmas notícias publicadas no Estadão.
A nova versão digital de O Globo, como confirma o gerente comercial digital Thiago Bispo, “trará atualizações em tempo real das principais editorias”. Sem esperar o lançamento dos seus concorrentes, a Folha irá disponibilizar seu novo aplicativo ainda neste mês de fevereiro, dizendo também que a cobrança estava nos planos da empresa desde o início.
À frente do processo de criação dos aplicativos de O Globo e Folha de S. Paulo, o presidente da desenvolvedora Digital Pages, Youssef Murad, explica que “um bom aplicativo para iPad pode ser feito num prazo de 30 a 90 dias, mas esse prazo pode aumentar de acordo com o foco de cada projeto". Na opinião de Murad, os aplicativos ainda atravessam um estágio de “evolução natural”.


Fonte: Comunique-se

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

The Daily: jornal para iPad é uma frustração

Não chega a surpreender que The Daily não tenha surpreendido ninguém. O magnata Rupert Murdoch já demonstrou, inúmeras vezes, entender muito de ganhar dinheiro e pouco de jornalismo. A chance de redenção, embora tardia, surgiu ao abraçar e bancar The Daily, jornal exclusivo para iPad - o tablet da Apple -, lançado na quarta-feira (2/2) depois de meses de expectativa.
Disponível, por enquanto, exclusivamente para leitores-usuários nos Estados Unidos, oDaily não passa de versão reduzida e mesclada, bem colorida e obviamente multimídia, doNew York Post, um jornal de segunda (para alguns, de quinta) categoria da News Corp. de Murdoch, a mesma dona da Fox, Sky, DirecTV - e a lista segue. O New York Post vende bem, a exemplo de todos os jornais populares no mundo, inclusive no Brasil. Se, para o mercado, vender bem é sinônimo de bom jornalismo, o Daily é um sucesso: muitas fotos do mundo fashion, fofocas de celebridades e "matérias" bem curtas cujo conteúdo perde lugar para a forma.
Qualquer semelhança com os piores jornais populares - no Brasil, apenas copiamos a fórmula - não é mera coincidência. Até o discurso é parecido. Em entrevistas, Murdoch faz questão de frisar que a redação do Daily já emprega 100 pessoas, entre editores, repórteres, designers e videographers. Fazendo o quê ninguém sabe direito, mas certamente cortando e recortando bastante.
Sudoku e palavras cruzadas
A expectativa de Murdoch é atingir 50 milhões de pessoas, pois esse é o número que o mercado espera vender de tablets em 2011. Pelos próximos dois anos, o Daily será exclusivo do iPad da Apple. Não há dúvidas, ainda, de que dinheiro será problema. Todo mundo quer anunciar no Daily. É a moda do momento, a exemplo do próprio iPad. Dinheiro em caixa, anúncios, monitoramento dos leitores-usuários, muita mídia espontânea e gratuita. Para os padrões de hoje, aparentemente parece significar jornalismo sério e inovador.
Se você espera uma experiência diferente ao ler o Daily, baixe um pouco a guarda. É diferente se você nunca leu nada na internet ou, talvez, não faça ideia de como funciona umtablet ou até mesmo um smartphone. O conteúdo multimídia é óbvio, dentro das possibilidades oferecidas pelo iPad: ao girar a tela para a horizontal, ganha-se destaque para as fotos e vídeos. Na vertical, para leitura das curtas notícias. Usa-se muito o toque e os dedos para passar (e não "folhear", como gostam os jornais brasileiros) as matérias e imagens.
Não há nada diferente do esperado por um motivo simples: o diferente - e daí a origem de toda a expectativa até então - deveria ter sido o conteúdo e a apresentação do novo jornal. Infelizmente, ficamos a ver navios. Se vale como consolo, o Daily oferece sudoku e palavras cruzadas para fazer valer os 99 centavos de dólar de cada edição diária.
A conferir a versão brasileira que, a exemplo da original, é aguardada com ansiedade.
Postado em: 8/2/2011
Por Paulo Rebêlo, para o Observatório da Imprensa
Fonte: Blog Marketing de Relacionamento

Ejesa adia plano de lançar jornal em Brasília

Grupo luso-brasileiro terá sucursal no Distrito Federal para atender todas as suas publicações


A partir de meados de junho deve entrar em operação a redação da Ejesa em Brasília. O projeto do grupo luso-brasileiro, dono dos jornais Brasil Econômico, O Dia, Meia Hora e Marca Brasil, era lançar um título no Distrito Federal em janeiro passado, pegando carona no início do mandato da presidente Dilma Rousseff. No entanto, a iniciativa acabou adiada, dando lugar na lista de prioridades do grupo a outros investimentos, como a nova sede de O Dia, no Rio de Janeiro, que deve ser inaugurada ainda neste semestre, e o lançamento de versões do Brasil Econômico para iPad e iPhone, apresentadas na semana passada. A redação em Brasília alimentará todas as publicações da Ejesa, em especial o Brasil Econômico e O Dia.

Fonte: M&M Online

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

News Corp. divulga aumento nos lucros

Após lançar o The Daily, grupo do magnata australiano Rupert Murdoch apresentou lucro líquido de US$ 642 milhões



No mesmo dia em que apresentou ao mundo o The Daily, seu jornal exclusivo para o iPad, o grupo de mídia News Corp. divulgou os resultados da empresa para o segundo trimestre fiscal, relativo aos três últimos meses de 2010. E abasteceu o mercado com mais boas notícias.
A companhia registrou lucro líquido de US$ 642 milhões, aumento superior a 150% ao resultado do mesmo período no ano anterior. As receitas brutas da empresa alcançaram os US$ 8,76 bilhões.

Enquanto a TV a cabo respondem por boa parte do incremento nos números, o site MySpace teve grande queda, tanto em procura dos usuários quanto dos anunciantes. A News Corp planeja vender a propriedade.

Fonte: M&M Online

Brasil Econômico lança versões para iPad e iPhone


O jornal Brasil Econômico, do grupo Ejesa, acaba de lançar suas versões para as plataformas iPad e iPhone. Os aplicativos podem ser baixados gratuitamente, por tempo intedeterminado, na Apple Store.

A versão para iPad apresenta notícias atualizadas, índices das bolsas e os vídeos mais recentes publicados na ETV, todos disponíveis no site do jornal. Já a versão para iPhone conta com as seções "Destaques", "Índices da Bolsa", "Vídeos da ETV", e outras editorias.

“Queremos sempre inovar em nosso conteúdo ou na distribuição da informação. Acompanhar as notícias por meios eletrônicos é uma tendência. E é obrigação de toda empresa de comunicação se atualizar e criar soluções modernas para seu leitor”, afirma Ricardo Galuppo, diretor de Redação do jornal.
Fonte: Comunique-se

Mídia nordestina avalia efeitos do apagão

Danos foram amenizados por conta do horário em que a interrupção de energia ocorreu

A capa do Correio, de Salvador, brincou com o show de Ivete, realizado na noite de quinta-feira, 4
 

A interrupção no fornecimento de energia que afetou oito estados nordestinos entre o fim da noite de quinta-feira e a madrugada desta sexta-feira não acarretou em prejuízos operacionais e financeiros para boa parte dos veículos de comunicação da região.

Emissoras de TV, rádio e jornais do Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia recorreram a geradores para garantir a continuidade das transmissões e da impressão e circulação dos jornais. João Gomes, diretor de relações institucionais da Rede Bahia, afiliada da Rede Globo e controlador do jornal Correio, assinalou que não foram computadas prejuízos por conta do acionamento imediato do sistema de segurança de energia do grupo. "Nenhum dos nossos veículos foram afetados e conseguimos até mesmo incluir a notícia do apagão na capa do Correio", ressalta.

O jornal baiano A Tarde informou que houve apenas atraso na impressão do jornal. Já o diretor institucional do Diário de Natal, Deliomar Soares, assegurou que o impresso tinha acabado de ser rodado quando o fornecimento de energia foi interrompido, por isso não houve necessidade reprogramar a distribuição.

Na TV Correio, afiliada da Record na Paraíba, os efeitos foram mais desastrosos. De acordo com o gerente de marketing, Ricardo Ramos, o apagão causou problemas no transmissor principal da TV Correio, que está operando com o equipamento reserva, e provocou problemas no transmissora da rádio 98 FM de Campina Grande, deixando a rádio fora do ar até parte da manhã desta sexta-feira, 4.

Fonte: M&M Online

Correio, da Bahia: o jornal que mais cresce no Brasil

Título teve alta de 77% em sua circulação em 2010 e assumiu a liderança estadual nos últimos meses


O balanço do IVC – Instituto Verificador de Circulação com os números de circulação de jornais no Brasil em 2010 mostra que o título que mais cresceu no ano passado foi o Correio, editado pela Rede Bahia, que teve alta de 77%, atingindo média anual de 34,6 mil exemplares por edição.

No consolidado ao ano, o jornal A Tarde ainda aparece como maior jornal da Bahia, com média de 42,2 mil exemplares. Entretanto, desde setembro o Correio se mantém à frente – o que comprova o acerto da mudança gráfica e editorial empreendida desde agosto de 2008.

Também merecem destaque no ranking do IVC os populares Dez Minutos, de Manaus, com alta de 38%, e o goiano Daqui, que avançou 36%.

Confira, abaixo, o desempenho dos 50 maiores jornais do País, com a média de circulação por exemplar em 2010 e a variação em relação a 2009:

Super Notícia (MG) – 295.701 (2,2%)
Folha de S. Paulo (SP) – 294.498 (-0,3%)
O Globo (RJ) – 262.435 (2%)
Extra (RJ) – 242.306 (-2,3%)
O Estado de S. Paulo (SP) – 236.369 (11%)
Zero Hora (RS) – 184.663 (0,6%)
Meia Hora (RJ) – 157.654 (-15,1%)
Correio do Povo (RS) – 157.409 (1,5%)
Diário Gaúcho (RS) – 150.744 (2,6%)
10º Aqui (consolidado das ediçãos MG,MA, DF e PE) – 125.676 (19%)
11º Lance! (RJ) – 94.683 (-24,3%)
12º Agora São Paulo (SP) – 92.863 (6,3%)
13º Daqui (GO) – 90.342 (36%)
14º Expresso da Informação (RJ) – 84.285 (17,4%)
15º Dez Minutos (AM) – 83.210 (37,9%)
16º O Amarelinho (SP – semanal) – 80.116 (-2,4%)
17º Estado de Minas (MG) – 78.281 (3,2%)
18º A Tribuna (ES) – 63.716 (3,3%)
19º O Dia (RJ) – 60.057 (-16,3%)
20º Correio Braziliense (DF) – 57.300 (2,8%)
21º Valor Econômico (SP) – 54.627 (1,1%)
22º O Tempo (MG) – 50.563 (21,2%)
23º Jornal da Tarde (SP) – 45.265 (-2,3%)
24º Gazeta do Povo (PR) – 45.046 ( -0,7%)
25º A Tarde (BA) – 42.230 (10%)
26º Diário Catarinense (SC) – 41.962 (-1,2%)
27º Jornal do Commercio (PE) – 41.434 (-0,9%)
28º Diário de S.Paulo (SP) – 41.222 (-27,7%)
29º Jornal NH (RS) – 40.927 (4,5%)
30º Diário do Nordeste (CE) – 40.429 (-1,2%)
31º Hoje em Dia (MG) – 35.338 (0,2%)
32º Correio da Bahia (BA) – 34.681 (76,7%)
33º Folha de Londrina (PR) – 33.999 (-9,7%)
34º O Popular (GO) – 33.639 (1,3%)
35º Correio Popular (SP) – 32.259 (1%)
36º Notícia Agora (ES) – 31.391 (15,3%)
37º Hora de Santa Catarina (SC) – 30.525 (2,7%)
38º Notícia Já (SP) – 29.712 (-14,7%)
39º Diário do Pará (PA) – 27.483 (5%)
40º A Gazeta (ES) – 26.341 (-1,9%)
41º Pioneiro (RS) – 25.984 (3,1%)
42º O Povo (CE) – 25.114 (0,3%)
43º Cruzeiro do Sul (SP) – 24.493 (0,1%)
44º Diário de Pernambuco (PE) – 24.052 (5,5%)
45º A Notícia (SC) – 23.788 (0,8%)
46º Diário da Região (SP) – 21.852 (1,3%)
47º A Tribuna (Santos/SP) – 20.751 (-2,3%)
48º Jornal de Santa Catarina (SC) – 19.402 (-3,5%)
49º Expresso Popular (SP) – 18.599 (-2,4%)
50º Diário de Santa Maria (RS) – 18.505 (2,6%)

Fonte: M&M Online

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Rupert Murdoch lança jornal exclusivo para iPad


 
O presidente e CEO da News Corp, Rupert Murdoch, apresentou hoje (2/2) ao mercado o Daily, um jornal feito exclusivamente para iPad. O produto foi criado em parceria com a Apple.

"Novos tempos exigem novo jornalismo", disse Murdoch. "Então nós construímos o Daily completamente a partir do zero - sobre o dispositivo mais inovador que surgiu no meu tempo - o iPad”, afirmou Murdoch.

O novo jornal reunirá texto, fotografia, vídeo, áudio, gráficos de informação, interatividade toque e dados em tempo real e social. "A News Corp está redefinindo a experiência de notícias com o diário”, disse Steve Jobs, CEO da Apple. "Nós achamos que isso é fantástico e os usuários do iPad estão realmente abraçando isso."

O jornal será coordenado pelos editores Jesse Angelo e Greg Clayman. Por dia serão publicadas 100 páginas com notícias gerais, esportes, fofocas e celebridades, opinião, arte e vida, além de aplicativos e jogos. Os usuários poderão enviar comentários por escrito ou em áudio.

"Em resumo, acreditamos que o diário será o modelo de como as histórias são contadas e consumidas na era digital”, declarou Murdoch.

Os usuários do iPad poderão assinar o jornal na App Store, por US$ 0,99 por semana, ou US$ 39,99 por assinatura anual. Entre os anunciantes estão, a HBO, Macy's, Paramount, Pepsi Max, Range Rover, Verizon e Virgin Atlantic Airways.

Fonte: Comunique-se

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

JORNAL DCI LANÇA A PROMOÇÃO “DCI + SMILES“

O jornal DCI – Diário Comércio, Indústrias e Serviços está com uma promoção imperdível para quem gosta de viajar e ficar por dentro de todas as atualidades da economia, política e indústria. É a promoção “Assine o Jornal DCI por 1 ano e ganhe 8 mil Milhas Smiles”.

Assinando o DCI até o dia 28.02, quem já participa do programa Smiles ganhará 8 mil milhas em seu crédito para trocar por passagens aéreas das companhias Gol/Varig, AirFrance/KLM, American Airlines, Delta Airlines e suas subsidiárias.

Os pontos das milhas Smiles serão creditados em até 30 dias após o pagamento à vista. No pagamento parcelado, os pontos serão creditados proporcionalmente conforme a confirmação do pagamento da parcela de cada fatura, podendo ser parcelado em até 8x no cartão de crédito ou boleto bancário.

Para fazer a assinatura e outras informações acesse o site http://www.dci.com.br.

DCI - COMÉRCIO, INDÚSTRIA & SERVIÇOS
O DCI busca se firmar no mercado como um dos melhores jornais de economia. É diário e completo, pois traz informações sobre mercado de capitais, serviços, comércio e indústria. Toda sexta-feira, traz aos leitores um caderno de variedades chamado Shopping News, com os principais fatos da semana. Moda, Bastidores Sociais, Turismo, Lazer, Cultura, entre diversos outros assuntos são abordados no caderno, que é dirigido pelo jornalista

Fonte: Comunique-se

Dona de O Dia irá criar Redação em Brasília e aposta na integração de conteúdo


O grupo Ejesa (dono dos jornais O Dia, Brasil Econômico, Meia Hora e Marca Br), anunciou que irá lançar uma Redação em Brasília, para abastecer seus jornais com conteúdo da capital federal. Ainda este ano, além da nova Redação em Brasília e de novas instalações no Rio de Janeiro, a empresa investirá na integração das Redações de seus títulos.

"Vamos instalar uma equipe em Brasília que vai produzir conteúdo sobre o poder econômico e político para alimentar os nossos jornais. Não vai ser um veículo por si só, mas vai ser uma Redação que vai alimentar os nossos vários títulos”, explica Maria Alexandra.

A Redação do O Dia, Meia Hora e Marca Br, atualmente localizada no centro do Rio de Janeiro, passará a ocupar um prédio no bairro Cidade Nova, também na região central. Com a mudança, a empresa pretende integrar as Redações.

Integração
“Com a integração, o melhor jornalista de cada tema, com a sua equipe, trabalha com um conjunto de títulos, que depois serão adaptados ao seu público. Então vamos ter os melhores jornalistas especializados, com conteúdos que se adaptem ao seu título ou plataforma (mpresso, web, iPad). Isso não quer dizer que eu não dê importância para as marcas. Eu considero as nossas marcas artigos valiosos. Cada marca tem uma personalidade única”, explica Maria Alexandra Mascarenhas Vasconcellos, presidente do Conselho de Administração da Ejesa.

Alexandre Freeland, diretor executivo da empresa, conta que já existe integração entre o online e o impresso, mas que essa convergência será ainda maior. “Atualmente existe uma sinergia fantástica entre o online e o impresso. Queremos transportar essa sinergia para diferentes plataformas”, afirma.

Ele também explica que a convergência gera empregos nas duas cidades. "Os postos de trabalho em SP também criaram novas oportunidades de empregos aqui no Rio de Janeiro. Por exemplo, temos a infografia compartilhada, que gerou empregos no Rio e em São Paulo".

Crescimento

Quando foi criada, em setembro de 2009, a Ejesa contava com 96 colaboradores. Hoje, com a compra do O Dia e novas contratações, já são 1.200, 334 destes no Brasil Econômico. Ao todo, o grupo tem uma audiência de três milhões de leitores por dia.

O Dia, que irá completar 60 anos em 2011, representa a maior receita da empresa, que fechou 2010 com média 60.057 exemplares vendidos diariamente. No entanto, é o Meia Hora que circula nas mãos de um número maior de leitores, com uma média de 157.654 de circulação diária. O jornal é vendido a preço popular, R$ 0,50.



Maria Alexandra visita as obras das novas instalações da Redação, ao lado de Alexandre Freeland (Foto: João Laet)


A classe C abriu as portas
Maria Alexandra enfatiza que o crescimento da classe C foi determinante para a criação da empresa. “A classe C e o que está acontecendo no Brasil, em contraste com o resto do mundo, foi o que me convenceu a investir e criar a Ejesa. Só, e mais nada. Com a entrada de dezenas de milhões à classe C, e com milhões de estudantes que vão rapidamente ingressar no mercado de trabalho e são consumidores da informação, o Brasil está vivendo um momento único”, diz.

Concorrência entre populares
O mercado de títulos populares é cada vez mais disputado. Dos dez jornais brasileiros mais vendidos, quatro são populares, mas Maria Alexandra diz estar confiante. “Nós achamos que o Meia Hora é diferenciado. O Meia Hora é um dos nossos best-sellers, tem um índice de leitura que é uma loucura (2 milhões e 600 mil pessoas). É um jornal que circula nas mãos de muita gente".

Diferente do que acontece no Rio de Janeiro, em São Paulo o Meia Hora não encontra concorrentes com preço de capa similar. Mas há os jornais gratuitos, no entanto o grupo não se preocupa com esse tipo de veículo. “Eles têm uma área de atuação muito definida e numa região geográfica que eles procuram privilegiar o consumidor das classes A e B, e o nosso negócio é trabalhar com a classe C. Então o Meia Hora não tem concorrentes em São Paulo”, explica o novo diretor executivo do grupo, Paulo Fraga.

Desfiliação da ANJ
Em julho de 2010, a Ejesa pediu a desfiliação dos veículos do grupo da Associação Nacional de Jornais, após ter sido acusada pela entidade de violar o limite de 30% de capital estrangeiro na empresa. Para Maria Alexandra, que é brasileira, detém mais de 70% da participação da empresa, e conta com uma participação de menos de 30% do grupo português Ongoing Participações S.A, a acusação é absurda.

“Nós consideramos que essa atitude da ANJ é completamente incompreensível e inaceitável. Será que eles estão colocando as minhas competências como empresária em questão por eu ser mulher? Ou será medo da concorrência. Talvez seja mais por aí”, criticou.

Desafios e objetivos
Atualmente, os desafios e objetivos do grupo são atingir ainda mais praças de circulação dos jornais, criar a Redação em Brasília e aumentar a circulação do Brasil Econômico, que a empresa considera estar em um bom caminho, mas que pode crescer ainda mais. Atualmente, o Brasil Econômico, lançado em outubro de 2009, conta com uma tiragem de 40 mil exemplares, contra 54 mil de seu principal concorrente, o Valor Econômico. “Queremos transformá-lo no maior”, afirma Maria Alexandra.


Fonte: Comunique-se

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Crie seu próprio jornal a partir de posts do Twitter ou Facebook


Um site chamado Paper.li (http://paper.li/) permite que os internautas criem seus próprios jornais com as mensagens que recebem pelo Twitter ou Facebook. O usuário pode escolher montar seu jornal a partir de mensagens de seus contatos, tags ou de listas de seguidores ou amigos.
O jornal virtual reúne notícias, fotos e vídeos com as últimas atualizações de seus contatos. Além disso, o internauta pode escolher o título do jornal, temas, idioma e colaboradores. O britânico The Guardian foi um dos primeiros veículos impressos a integrar seu conteúdo de redes sociais no Paper.li. Visite a página de tecnologia do jornal.
O projeto Paper.li é uma iniciativa da Swiss Federal Institute of Technology EPFL, em Laussane (Suiça).


Fonte: Comunique-se

Jornais cobrarão por conteúdo no iPad

Imposição da Apple pode beneficiar dispositivos equipados com Android, da Google

Os principais jornais brasileiros disponíveis no tablet da Apple, o iPad, passarão a cobrar pelo conteúdo nos próximos meses. Desde o lançamento do tablet nos EUA, em abril do ano passado, até a chegada do dispositivo no Brasil, em dezembro, vários veículos criaram aplicativos para suas publicações no iPad, como O Estado de S. Paulo e O Globo.

Mas, a partir de abril, quando se completar um ano após o surgimento do iPad e a revolução criada no segmento de tablets, a Apple já anunciou que os jornais não mais poderão oferecer acesso gratuito de seus conteúdos por meio da App Store. No Brasil, estima-se que a base de iPads fique entre 50 mil e 100 mil aparelhos. Esses usuários, portanto, se quiserem, terão que pagar pelo conteúdo dos jornais. Três grandes veículos nacionais – Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e O Globo – deverão apresentar novas versões em breve para seus respectivos aplicativos no iPad e passarão a cobrar pelo acesso ao conteúdo.

Nos EUA, o futuro lançamento do The Daily, jornal que é um projeto conjunto de Rupert Murdoch, da News Corp., e de Steve Jobs, da Apple, deve chegar em breve ao mercado com uma novidade, a possibilidade de oferecer ao usuário diferentes planos de assinatura, como semanal, mensal e automático.

A imposição da Apple de limitar o acesso a conteúdos gratuitos de usuários, no entanto, pode causar consequências a longo prazo para a empresa. Há uma crescente adesão de desenvolvedores ao Android, sistema operacional que equipa tablets concorrentes do iPad e que pode, futuramente, frustrar os planos da Apple de tentar dominar todas as esferas de conteúdo do tablet. O Android pode ser a saída para jornais e revistas que queiram oferecer acesso gratuito, como é o caso do projeto dos jornalistas brasileiros Joaquim Castanheira e Leonardo Attuch, que preparam o lançamento do primeiro jornal gratuito para iPad.

Fonte: M&M Online

Livros para Kindle já vendem mais do que livros impressos

Pode não parecer novidade, afinal seis meses atrás foi publicada uma informação nessa direção, mas se tratava do que eles chamam de hard cover. Agora não, é oficial e se trata de um grande marco na indústria de publicações: na Amazon, os livros eletrônicos para Kindle estão vendendo mais do que os livros chamados paperback, ou seja, as edições mais baratas, em capa mole de papel.
A notícia foi publicada no relatório da Amazon referente aos ganhos do quarto trimestre de 2010 (outra notícia é que as vendas do final de ano foram tão boas que o resultado de vendas no ano foi 40% superior ao do ano anterior). Segundo o CEO Jeff Bezos, "em julho último nós anunciamos que [as vendas de] os livros para Kindle tinham ultrapassado os capas duras e previmos que ultrapassariam os capas moles no segundo trimestre deste ano, assim este marco chega até mais cedo do que o esperado - e é topo do crescimento continuado na venda de capas moles."
A empresa acrescenta que em 2010 vendeu 115 livros para Kindle a cada 100 livros de capa model e "três vezes mais livros para Kindle do que de capa dura". Esses números não incluem livros para Kindle grátis, o que torna os números ainda mais significativos. O crescimento em e-books, assim como as as well as fortes vendas do Kindle 3, ajudaram a  Amazon a atingir US$10 bilhões em um único trimestre pela primeira vez em sua história.
Fonte: Mashable.

Fonte: Blog Marketing de Relacionamento

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Assinatura online do NYT custará US$ 20 por mês

Estimativa é de que o valor cobrado pelo veículo seja inferior ao da assinatura digital do Kindle; cobrança deve começar ainda no primeiro trimestre

Em breve, o New York Times deverá cobrar uma média de US$ 20 por mês aos leitores que quiserem acessar o seu conteúdo online. A iniciativa faz parte da busca do jornal por novas fontes de receitas, uma vez que o faturamento com publicidade na edição vem caindo de forma considerável nos últimos meses.

De acordo com reportagem da Bloomberg, o preço mensal de acessos ao conteúdo digital deverá ser inferior ao cobrado pelo NYT na assinatura mensal de leitura pelo leitor digital Kindle, da Amazon – que atualmente é de US$ 19,90.

Segundo a diretoria do jornal, alguns artigos poderão ser lidos sem custo, mas a maioria do conteúdo diário da edição só será acessada mediante o pagamento da assinatura. Já aqueles que assinam a edição impressa do NYT não precisarão pagar nada a mais para acessar a versão online.

Com a iniciativa, o New York Times entrará para o grupo de grandes jornais que cobram pelo conteúdo disponibilizado na internet, como já fazem o The Times, Financial Times e o Wall Street Journal.

Com informações da Folha de S.Paulo

Fonte: M&M Online

Curso Novos Talentos O POVO – 9ª turma

Últimos dias de inscrição

Prossegue até 9 de fevereiro o prazo de inscrições para participar da 9ª turma do curso Novos Talentos O POVO. Alunos a partir do 5º semestre do curso de Jornalismo podem participar do processo seletivo para concorrer a uma das vagas. 
O principal objetivo da iniciativa é propiciar formação complementar a estudantes que pretendem ingressar no mercado de trabalho. As inscrições permanecem abertas no site Novos Talentos O POVO (www.opovo.com.br/novostalentos), com atualização permanente do calendário de abertura de novas turmas.

Entre os benefícios estão a oportunidade de conviver em uma das Redações mais premiadas do Brasil; aprender com profissionais experientes; aulas de Português e Redação Jornalística; assinatura do O POVO no período do treinamento e certificação, desde que alcance a frequência e as notas mínimas exigidas.

A organização do curso exige que o estudante continue frequentando as aulas em sua faculdade. Somente serão aceitas inscrições de estudantes dos cursos de Jornalismo localizados em Fortaleza.

Processo seletivo:
A primeira fase da seleção é composta por uma prova escrita de Conhecimentos Gerais, Redação e Português. O próximo passo é uma entrevista com a equipe de Recursos Humanos do O POVO.
A partir daí, são selecionados 12 estudantes, que participam de um ciclo de palestras, durante duas semanas, com jornalistas do O POVO e convidados.
Um dos momentos mais especiais é a visita à casa de Dona Lúcia Dummar, filha do fundador do O POVO, Demócrito Rocha. No local, a anfitriã mantém a memória do jornal, desde a sua fundação, em 7 de janeiro de 1928. Os estudantes podem ver documentos, fotografias e toda a coleção do O POVO.
Após o ciclo de palestras, é a vez da entrevista com o coordenador do curso e diretores da UniOPOVO, última etapa da seleção. No dia 30 de março serão divulgados os nomes dos estudantes selecionados para participar do curso.  
O início está previsto para dia 11 de abril e tem duração de três meses, período em que terão a oportunidade de conhecer a rotina das redações do Grupo de Comunicação O POVO (jornal, rádio, TV e portal) e exercer atividades práticas. Os estudantes participam também de oficinas e cursos com jornalistas do Grupo e professores contratados.
O calendário completo e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.opovo.com.br/novostalentos


Serviço:
Novos Talentos O POVO – 9ª turma
Inscrições gratuitas até 9 de fevereiro de 2011
Informações: 3255 6085 e/ou www.opovo.com.br/novostalentos

Fonte:

Joelma Leal
Assessora de Imprensa
do Grupo de Comunicação O POVO (Fortaleza – CE)
(85) 3255 6055

Correio Braziliense no iPad: aprovado pelos usuários

Em menos de uma semana de estreia da versão para iPad, o Correio Braziliense alcançou o primeiro lugar em ranking da App Store do Brasil.

Com a missão de ultrapassar as fronteiras para que o seu conteúdo seja acessível em qualquer lugar do Brasil e do mundo, o Correio Braziliense deu mais um avanço tecnológico e lançou sua versão para iPad. Já no primeiro final de semana da estreia, o jornal conquistou o topo no ranking dos aplicativos de Notícias mais baixados na App Store do Brasil. O jornal também atingiu a marca de segundo lugar na categoria Geral (que inclui games, utilitários e outros programas). O conteúdo foi bem recepcionado pelos usuários, que avaliaram o aplicativo com 5 estrelas. A justificativa para o sucesso se deve ao conteúdo diferenciado, aos recursos multimídia e suplementos elaborados especialmente para o dispositivo.

A 1ª fase da campanha de divulgação do aplicativo do Correio Braziliense para iPad continuará até 20 de fevereiro. As peças publicitárias incluem anúncios no Correio Braziliense, além de conteúdo editorial no jornal, banners de internet nos sites do grupo Diários Associados (Superquadrado e DHTML), VT na TV Brasília, spot na Rádio Clube FM, cartazes para as lojas de Classificados, envio de e-mail marketing e disponibilização de banner no Facebook e Eleva Mídia (Look Indoor), e veiculação no site Esporte Interativo.

A versão do Correio Braziliense no iPad estará disponível para download na App Store. Até o dia 20 de fevereiro de 2011, o acesso ao conteúdo será gratuito. Após esta data, os consumidores poderão usufruir do conteúdo por US$ 0,99 pelas edições de segunda-feira a sábado, e US$ 1,99 pelas de domingo.


Fonte: Comunique-se

Super Notícia passa a Folha e editor acredita que jornal possa crescer ainda mais


 
O editor do jornal Super Notícia, Rogério Maurício, comemora o fato de o veículo fechar 2010 como o periódico de maior circulação do Brasil, à frente da Folha de S.Paulo, que liderou o ranking por 24 anos, mas acredita que o jornal mineiro ainda possa crescer mais. “Num mercado como o nosso, numa cidade grande, ainda temos espaço para crescer ainda mais”, afirmou. O jornal, que custa R$ 0,25, registrou média diária de circulação de 295.701 exemplares, contra 294.498 da Folha.

Para Rogério, o crescimento da classe C impulsionou as vendas do jornal popular. “Nossos leitores não migraram de outro jornal para o nosso. É um novo mercado leitor. São pessoas que nunca leram jornal e encontram o Super Notícia em padarias, mercearias e bancas”, explica.

Outro fato que pode ter incrementando as vendas foi o lançamento da revista Super TV, que circula às quintas-feiras com o jornal. A revista, com uma tiragem de 100 mil exemplares, é vendida por R$ 0,75 e foi lançada no dia 16 de setembro de 2010.

A Redação do Super Notícia é formada por cerca de 20 jornalistas, mas um número grande de profissionais de O Tempo e O Tempo Online colaboram com o jornal mineiro, num trabalho integrado.

O principal concorrente do Super Notícia é o Aqui MG, dos Diários Associados, que aparece na 27º posição do ranking, com 41.539 exemplares.

Fonte: Comunique-se

Jornal O Estado do Paraná deixa de existir no papel

Diário publicará seu conteúdo somente no formato online; mudança ainda não tem data para acontecer




O jornal O Estado do Paraná, que circula na cidade de Curitiba, deixará de existir no formato papel após 59 anos de história. O grupo Paulo Pimentel, de propriedade do homônimo ex-governador do Paraná, declarou que a publicação passará a ser publicado somente na versão online.

A data para a mudança ainda não foi divulgada. Atualmente, O Estado do Paraná conta com uma tiragem diária de 20 mil exemplares (aos dias de semana) e de 25 mil aos domingos. Segundo o grupo, o processo de readequação do conteúdo e de publicação somente digital levará algum tempo para ser implantado.

A medida, a princípio, vale somente para esse título. A outra publicação do grupo – o jornal Tribuna do Paraná, que conta com uma tiragem diária de 30 mil exemplares – continuará existindo no formato impresso.

O mesmo destino do JB

O que está prestes a ocorrer com o Estado do Paraná já aconteceu com o tradicional Jornal do Brasil no ano passado. No dia 31 de agosto de 2010 circulou no Rio de Janeiro a última edição impressa da publicação, que tinha 119 anos de história. Na época a justificativa para a decisão, tomada pelo empresário Nelson Tanure, da Docas Investimentos, foi a de que o periódico saia do papel para entrar na era da modernidade. Na verdade, diversos problemas financeiros acabaram deixando a operação impressa do JB insustentável.

Desde o dia 1º de setembro de 2010, o Jornal do Brasil passou a publicar seu conteudo somente na internet, por uma assinatura mensal no valor de R$ 9,90.

Com informações da Folha de S.Paulo.

Fonte: M&M Online
 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mídia: cresça com moderação


O “espetáculo do crescimento” previsto pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, aconteceu, de fato, apenas em 2010. Os dois grandes eventos do ano – Copa do Mundo e Eleições – atraíram audiência e aumento do faturamento publicitário. Mas não para todos os meios. Para os jornais, a Copa deixou um saldo negativo. Evento nativo da televisão, a Copa do Mundo gerou receita extraordinária para a TV e alto investimento e baixo retorno para os jornais. As verbas governamentais, por conta do ano eleitoral, escassearam.

Para este ano, entretanto, com a administração Dilma Rousseff, a palavra da vez é “rigor”. As últimas medidas de contenção de crédito adotadas no final do governo Lula devem ter reflexos para a mídia e os executivos esperam um ano bom. Mas não espetacular como 2010. Em mesa-redonda realizada pelo Meio & Mensagem, representantes dos vários segmentos debateram o futuro da mídia e os mais diversos modelos do setor que transitam entre a mídia tradicional, off-line, e o novo mundo online.

Participaram do encontro Fábio Coelho, presidente do iG (e também presidente do IAB Brasil); Rubens Campos, diretor geral do Sistema Globo de Rádio; Caco Alzugaray, presidente executivo da Editora Três; Flávio Pestana, diretor geral e CEO da Rede Bom Dia/Diário de S. Paulo; Alberto Niccoli Jr., vice-presidente sênior e gerente geral da Sony Pictures Television no Brasil; e Martha Cajado, diretora de marketing da TV Bandeirantes.

“O desafio da indústria da internet no Brasil é permitir que esse ecossistema cresça de uma maneira saudável através da valorização do meio”, disse Fábio Coelho. Para Rubens Campos, “o desafio é produzir conteúdo de qualidade nas mais diversas formas possíveis e ancorar o crescimento do negócio na força da marca, na credibilidade e no prestígio.”

Segundo Flávio Pestana, “cada grupo social terá um comportamento diferente para a adoção de novos meios, como o tablet. Será numa velocidade diferente. Os jornais populares demorarão muito mais para fazer essa migração, até mesmo por conta do poder aquisitivo, pela cultura e pelo hábito.”

“Para nós, está cada vez mais claro que vão se perpetuar as marcas, independentemente das plataformas. As marcas, no mundo inteiro, têm se mostrado muito fortes”, afirma Caco Azulgaray. Diz Martha Cajado que “o desafio é sustentar o nível de consumo do nosso conteúdo. Temos que olhar o público jovem porque é o público que mais consome as diferentes plataformas e acho que a TV digital é uma grande alavanca para levar esse conteúdo para as pessoas.”

Na opinião de Alberto Niccoli Jr., “sem sombra de dúvida, em termos de mercado publicitário, temos que ficar felizes porque o nosso mercado cresce. Isso é a coisa mais importante. Depois, vamos brigar no dia-a-dia pela nossa fatia. São questões que fazem parte do nosso negócio.” A íntegra da mesa-redonda está na edição 1441 de Meio & Mensagem, com data de 10 de janeiro de 2011.

Fonte: M&M Online

NewsCorp prepara jornal para iPad

Segundo reportagem da Reuters, Rupert Murdoch apresentará a publicação digital em um evento no dia 19 de janeiro


No próximo dia 19 de janeiro, a News Corp deve revelar ao público o aguardado jornal produzido especialmente para tablets, conforme noticiado há alguns meses. De acordo com informações da Reuters, a publicação digital deverá ser apresentada em um evento nos Estados Unidos pelo próprio Rupert Murdoch. O presidente-executivo da Apple, Steve Jobs, também deve estar presente.

A criação de um noticiário direcionado especialmente à mídia digital faz parte das estratégias da corporação de mídia de recuperar participação no segmento jornalístico. Segundo informações antecipadas pela companhia, o novo jornal terá o nome de Daily e trará informações relacionadas a acontecimentos gerais, artes, cotidiano, esportes e também opinião de especialistas e jornalistas.

A News Corp. também anunciou que a distribuição do jornal no iPad (o primeiro tablet que terá o direito de distribuí-lo) acontecerá por meio de comercialização de assinaturas.

Com informações da Reuters

Fonte: M&M Online

Jornal Extra lança novo portal voltado para a classe C


O jornal Extra acaba de lançar um novo portal totalmente dedicado à classe C. Com a nova página, a empresa pretende se posicionar para a nova classe média e alcançar a marca de 12 milhões/mês de visitantes únicos, superando a média dos oito milhões/mês de 2010.

Os canais de notícia foram diferenciados por cores e as fotos e vídeos ganharam mais espaço nas páginas. A nova página também permite que o leitor participe de enquetes, fóruns, comentários e promoções, além de poder enviar fotos e vídeos pelo “Eu-repórter”.

Redes sociais
O site destaca, na parte superior, a seção “Tá bombando!”, que exibe os assuntos e personalidades de maior repercussão no Orkut, Facebook, YouTube e Flickr e Twitter.

Em outra área, as notícias podem ser lidas com ajuda do Google Maps, para que o leitor possa escolher sobre qual região gostaria de se informar.

“Esse projeto reflete a essência do Extra de ser o tradutor da notícia, de apresentar a notícia que afeta o dia a dia do leitor, com uma linguagem simples. O site traz os assuntos que o leitor quer, do seu jeito e na hora que ele precisa”, explica Daniela Ferreira, gerente de marketing do Extra, enfatizando que, com essas características e target muito bem definido, o Extra Online também se reafirma para os anunciantes que querem falar com a classe C.

Extra Explica
A empresa também lançou o site Extra Explica, um guia online que tem o objetivo de resolver problemas cotidianos, inclusive com a ajuda de especialistas nas áreas afins.

"O Extra fala a língua da nova classe média (...) O Extra conversa com esse público o tempo todo. As pessoas ligam para a redação e conversamos como amigos conhecidos, com uma viva relação de confiança porque atendemos às suas necessidades de informação, de entretenimento e de serviços, ajudamos nas suas escolhas neste momento de crescimento que as pessoas e o mercado vivem no país", afirma Aloy Jupiara, editor-executivo do Extra Online.

Fonte: Comunique-se

Apple proíbe que jornais ofereçam aos assinantes versão gratuita no iPad


A Apple proibiu jornais europeus de oferecer aos assinantes da versão impressa o acesso gratuito à versão para iPad. Segundo os sites alemães deVolkskrant e nrc.nl, a empresa tentaria conter suas perdas, que já chegou a 30% do valor das transações com os veículos noticiosos. Para garantir seus lucros, a partir do dia 1/4 a Apple pretende banir o acesso gratuito à versão no iPad dos jornais.

Os jornais norte-americanos ainda não informaram se receberam a mesma orientação. No Brasil, Folha e Estadão oferecem acesso gratuito aos seus conteúdos no iPad, no entanto, as empresas pretendem cobrar no futuro.

As informações são do IDG Now.

Fonte: Comunique-se

 

Jornais estão fora do novo marco regulatória da mídia


O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informou que a mídia impressa não faz parte do texto do novo marco regulatório do governo. Na última semana, em entrevista ao programa "3A1", da TV Brasil, o ministro disse que o novo marco proibiria a propriedade cruzada de veículos de comunicação, mas não detalhou que tipos de veículo entrariam no projeto.

Paulo Bernardo é contra empresas que possuem rádio, jornal e televisão em uma mesma região, mas retirou o jornal do debate. "Jornal não está nessa discussão, né? O projeto não trata de mídia impressa, nem jornal, nem revista, outdoor, busdoor, tudo isso está fora."

Segundo o ministro, o conteúdo online também não será regulamentado pela nova legislação.

As informações são da Folha de S.Paulo.

Fonte: Comunique-se

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O POVO 83 anos: diálogo permanente


A capa da primeira edição do O POVO circulou no dia 7 de janeiro de 1928 e tinha apenas 16 páginas, 44 cm de altura e 31 cm de largura, porém dar voz aos leitores sempre fez parte da história do jornal, que teve o nome escolhido mediante consulta popular. Hoje, 83 anos depois, O POVO mantém a tradição e abre as portas para dar continuidade ao diálogo.

Na próxima sexta, dia 7, na solenidade que marca o aniversário, será realizada – na presidência do O POVO - a posse do novo mandato do Ombudsman e a nova composição do Conselho Consultivo de Leitores, elementos que reforçam o diálogo e a aproximação entre O POVO e a sociedade.

Complementando a programação, será lançada a 11ª edição da Revista de Estudos Constitucionais organizada pelo jurista Paulo Bonavides. Toda a cerimônia será transmitida por meio do portal O POVO Online, assim como pelo twitter do Grupo (@opovoonline). Será utilizada a hastag #83anosopovo

A data coincide, ainda, com os dois meses de aniversário do novo projeto gráfico e editorial do O POVO, a quinta renovação gráfico-editorial do O POVO desde 1997, quando foi lançado o Projeto Século XXI.

Em 2010, a editoria Opinião também passou a contar com novos articulistas e colaboradores, foram conquistados prêmios nacionais (Esso, Embratel, Allianz), lançados diversos cadernos especiais temáticos (Chico Xavier, 60 anos de Brasília, Caderno de Fátima, Guia da Copa, Fortaleza do Futuro, Trilogia Inquisição – No Rastro dos Amaldiçoados e outros) e desenvolvidos aplicativos para acesso ao conteúdo por meio de iPad e iPhone.

No mesmo dia da cerimônia de posses e lançamento da Revista, uma equipe do O POVO irá preparar uma grande surpresa, às 12 horas, na Praça do Ferreira.

Fonte:
Joelma Leal
Assessora de Imprensa
do Grupo de Comunicação O POVO (Fortaleza – CE)
(85) 3255 6055


O Estado de S. Paulo completa 136 anos de circulação


O jornal O Estado de S.Paulo completa nesta terça-feira (4/1) 136 anos de circulação. O veículo foi fundado em 1875, com o nome de A Província de S.Paulo. No último ano, o jornal reformulou seu site, investiu em sites próprios como o Economia & Negócios, Política e Paladar.

Além disso, o Estadão lançou o Sabático, caderno literário semanal dedicado à cultura, e reformulou os cadernos TV, Estadinho e Feminino. Aos finais de semana o jornal também investiu em música, com os cadernos C2 + Música no sábado e C2 Domingo, no domingo.

De acordo com a empresa, a circulação total do veículo cresceu cerca de 10% de janeiro a setembro de 2010, enquanto o mercado registrava alta de 2%. A publicidade registrou aumento de 15% no mesmo período.

Fonte: Comunique-se

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Google quer criar jornaleiro on-line para celulares com Android e iPad

Gigante das buscas já está negociando com grandes editoras nos EUA

LOS ANGELES

A Google está trabalhando para criar uma "banca de jornais digital" para tablets e celulares com Android, que distribuiria conteúdo de jornais e revistas, como informou ontem o "Wall Street Journal". A empresa já está discutindo o assunto com várias editoras, como Time Inc., Condé Nast e Hearst. Ela estaria também conversando com a Apple, que domina a distribuição desse tipo de conteúdo, via iPad.

A maioria das grandes revistas oferece uma versão para iPad baseada em aplicativo, incluindo todas as 14 publicações da Hearst, em cuja lista constam as revistas "Esquire" e "Cosmopolitan". A despeito da variedade de publicações disponíveis para o popular tablet da Apple, o iPad não foi um sucesso total nesse filão. Muitas publicações que tiveram lançamentos espetaculares de seus aplicativos para o tablet sofreram quedas consideráveis nas vendas dessas edições digitais e um dos principais motivos para isso foi a falta quase total de um modelo baseado em assinatura.

Apenas algumas publicações oferecem assinaturas para o aplicativo de suas revistas no iPad. A revista "The Economist" cobra US$ 110 por um ano de acesso on-line à publicação no iPad e no iPhone. Assinaturas de 12 e 24 semanas também estão disponíveis para a "Newsweek".

As divergências entre a Apple e as editoras quanto ao modelo de assinaturas resumem-se a dois itens:

Primeiro: a Apple propõe o mesmo plano de compartilhamento de receita que oferece a outros desenvolvedores de aplicativos: 70% dos lucros vão para as editoras e 30% ficam com a Apple.

Segundo: nenhum dos lados quer compartilhar com o outro os dados pessoais dos assinantes. A parceria, assim, fica comprometida.

Fonte: Jornal O GLOBO, edição de 4 de janeiro de 2011.

E-Books: 5 Tendências Que Mudarão o Futuro da Indústria de Livros

(Artigo de Philip Ruppel, president da McGraw-Hill Professional,empresa líder mundial na publicação de conteúdo impresso e eletrônico para comunidades científicas, técnicas,médicas e de negócios)

Sem dúvida, o e-book, ou livro eletrônico, é a maior coisa que atingiu a indústria de publicações desde a invenção do tipo móvel. Editoras e revendas estão relatando um crescimento astronômico.
A McGraw-Hill tem desempenhado um papel ativo no desenvolvimento da tecnologia de e-books desde o lançamento do RocketBook (um dos primeiros leitores de e-books), mais de 10 anos atrás. Hoje, a produção e a distribuição de e-books ocupa um lugar central em nossa estratégia de crescimento.
É portanto da linha de frente da revolução do e-book que trago para vocês essas 5 tendências.

1. E-Books Aperfeiçoados Estão Chegando e Vão Ficar Cada Vez Melhores
Os consumidores já mostraram que amam os e-books por sua conveniência e acessibilidade, mas em última instância um livro eletrônico é o mesmo que um livrp impresso, apenas em formato digital. O e-book de um futuro não distante sera muito mais do que texto. A interatividade chegou e mudará a natureza do e-book.
Imagine um video que mostra como consertar uma torneira pingando ou resolver complexos problemas de matemática estatística; audio que pronuncia palavras de uma língua estrangeira à medida em que você as lê; e uma planilha que deixa você conferior o que você lembra e compreender o que lê. Esses recursos interativos e mais estão sendo desenvolvidos agora e estarão no mercado em uma questão de semanas, e não de meses.
Os editores já estão trabalhando em designs para os e-books aperfeiçoados do futuro. Imagine também: se você não sabe cinco questões de seu teste de geometria, seu livro se adaptará e mudará para ajudar a você a aprender as questões e conceitos que não sabe? O seu novo romance oferece uma plataforma para que os grupos de leitura possam discutir o livro diretamente com o autor? Alguns recursos dos e-books de hoje, como entrevistas com o autor e trechos de filmes, são idéias de ontem. Os consumidores vão exigir um tipo de experiência mais ampla.

2. A Guerra de Equipamentos Está Próxima do Fim
Os equipamentos estão proliferando até o ponto da confusão. O consumidor deve comprar umNook,um Kindle, um Sony e-reader, um iLex ou qualquer um dos outros 20 e-readers que estão no mercado? Ou devem comprar um iPad,um Galaxy Tab, ou oputro tablet com Android? Ou nada disso? Você já notou, no metro, ou no ônibus, quantas pessoas estão lendo em seus telefones? Para um número cada vez maior de leitores, o celular é bom para ler sobre qualquer coisa. À medida em que caminhemos, a confusão do consumidor vai provavelmente levar a uma consolidação rápida em torno de alguns vencedores - ninguém quer ter o próximo "Betamax para livros".
A maioria dos desenvolvedores está desenvolvendo softwares que funcionarão em múltiplos equipamentos (Kindle também funciona no iPad, no iPhone, e em computadores, por exemplo), por isso os consumidores vão se preocupar menos com o equipamento e mais com a experiência que o software oferece, a portabilidade dos títulos de um equipamento para outro e o acesso a um catálogo completo de títulos.

3. O E-Book de US$9.99 Não Vai Durar Para Sempre
A Amazon popularizou o preço de $9.99 para best-sellers, facilitando a adoção do Kindle e o consumo dos e-books. Isso tem causado confusão entre muitos consumidores que pensam simplesmente que todo e-book deveria custar US$9.99 ou menos. Mas a maioria dos títulos oferecidos pela Amazon tem preço superior a esse, especialmente aqueles com recursos interativos únicos. Para editoras voltadas para um public professional ou técnico, como a McGraw-Hill, os e-books não podem ter o mesmo preço baixo de produtos de massa, que é o que muitos consumidores pensam que deveria ser aplicado a todo e-book. Nossos custos vêm de altos investimentos no desenvolvimento de produtos e editorial, com conteúdo técnico e sofisticado. Os custos de papel, impressão e acabamento são apenas uma fração do gasto real. E em algumas areas muitos específicas e técnicas, nossos mercados são muito menores. Nós simplesmente não podemos nos permitir publicar o trabalho se ele tiver que ser precificado ao preço de $9.99.
A oportunidade real para os editors sera desenvolver e-books que ofereçam o tipo de recursos interativos mencionados acima. Nossos clientes exigirão livros interativos que ofereçam uma experiência muito melhor, mais informada e enriquecedora. Para eles, a experiência (não o custo) é frequentemente o motivador primário.

4. O 'Contextual Upsell' Será um Modelo de Negócios a Observar
Os E-books permitem aos editors interagir com seus clientes de novas maneiras. Imagine consumidores que estão tentando aprender estatística e com dificuldades em uma fórmula particular. Eles perguntam aos amigos, mas ninguém conseguem explicar direito. Então, eles clicam um botão de ajuda que os leva a um site onde podem baixar tutoriais relevantes sobre formulas especificas por US$2.99. Eles escolhem aquela que precisam e ganham uma nova ferramenta de aprendizagem que os ajuda a progredir em seus estudos. Multiplique isso por centenas de milhares de estudantes que têm problemas de aprendizagem similares e que comprarão através do livro ("in-book app purchase") e isso será sem dúvida uma nova e interessantes oportunidade de marketing.

5. Os Editores Serão Mais Importantes do que Nunca
Apesar da onda de autopublicação via web, as editoras desempenharão um papel até maior no mundo do e-book. Conteúdo 'commodity' pode ser encontrado em todo canto (e a maioria grátis), mas conteúdo de alta qualidade, editado profissionalmente - o que exige uma equipe de especialistas - continuará tendo muito valor.
Na McGraw-Hill, cada livro técnico de referência envolve equipes de ediotores, copydesks, revisores e designers para produzi-lo. No mundo digital, o papelo dos editors sera maior à medida em que as novas tecnologias oferecem uma experiência de uso e aprendizagem também maior. Mais ainda, com o fenomenal crescimento de conteúdo que é oferecido via web, os consumidores procurarão e pagarão por conteúdo especializado que agregue e contextualize informação de forma eficiente para eles e ofereça opções de busca altamente acuradas e específicas. Editores com expertise e recursos nessas areas emergentes serão aqueles que escreverão as novas regras da publicação de e-books.
Trad. de Mashable.com

Fonte: Blog Marketing de Relacionamento

65% dos norte-americanos pagam por conteúdo online


Dados de uma pesquisa elaborada pelo instituto Pew Internet & American Life, uma organização sem fins lucrativos, indicam que nos Estados Unidos a maior parcela de usuários de internet (65%) já efetuou alguma compra de conteúdo on-line, como assinatura de jornais e revistas.
A preferência desses internautas, no entanto, está em adquirir programas de computadores e conteúdo musical (33%).  Em seguida, de acordo com o levantamento, aparecem os aplicativos para celulares e tablets com a segunda maior procura (21%) do mercado online, enquanto outros (16%) buscam investir em filmes e séries de televisão.
Neste ranking de serviços pagos pela web, a imprensa americana, com versões digitais de jornais e revistas, desperta interesse de 18% dos leitores locais, porcentagem que também também inclui a compra de reportagens avulsas.


Fonte: Comunique-se

Dilma quer popularizar iPad com valores entre R$ 400 e R$ 500


Além do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que pretende oferecer internet a preços populares, a presidente Dilma Rousseff quer popularizar o uso de tablets no Brasil. Dilma já pediu ao novo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que negocie com empresas nacionais valores entre R$ 400 e R$ 500. A presidente, que possui um iPad, quer que os leitores digitais a preços populares também possam ser parcelados.

“A Dilma falou assim: ‘chama os produtores nacionais de computador e faz uma negociação com eles para fornecer tablets com preço mais popular’. Preço popular seria R$ 400, R$ 500, algo que a prestação caiba no bolso”, afirmou o ministro em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo. Atualmente, o iPad custa entre R$ 1.649 a R$ 2.599 no Brasil.

Além de Dilma, o empresário Eike Batista já demonstrou preocupação com o alto preço do iPad no País. Eike confirmou que negocia a instalação de uma fábrica dos produtos da Apple no Brasil. Eike conversou com dois grupos responsáveis pela montagem dos aparelhos da Apple na Ásia. A intenção é que a fábrica seja instalada no complexo do Porto Açu, da LLX, companhia de logística da EBX, em São João da Barra, no litoral norte do Rio de Janeiro


Fonte: Comunique-se