sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Crie seu próprio jornal a partir de posts do Twitter ou Facebook


Um site chamado Paper.li (http://paper.li/) permite que os internautas criem seus próprios jornais com as mensagens que recebem pelo Twitter ou Facebook. O usuário pode escolher montar seu jornal a partir de mensagens de seus contatos, tags ou de listas de seguidores ou amigos.
O jornal virtual reúne notícias, fotos e vídeos com as últimas atualizações de seus contatos. Além disso, o internauta pode escolher o título do jornal, temas, idioma e colaboradores. O britânico The Guardian foi um dos primeiros veículos impressos a integrar seu conteúdo de redes sociais no Paper.li. Visite a página de tecnologia do jornal.
O projeto Paper.li é uma iniciativa da Swiss Federal Institute of Technology EPFL, em Laussane (Suiça).


Fonte: Comunique-se

Jornais cobrarão por conteúdo no iPad

Imposição da Apple pode beneficiar dispositivos equipados com Android, da Google

Os principais jornais brasileiros disponíveis no tablet da Apple, o iPad, passarão a cobrar pelo conteúdo nos próximos meses. Desde o lançamento do tablet nos EUA, em abril do ano passado, até a chegada do dispositivo no Brasil, em dezembro, vários veículos criaram aplicativos para suas publicações no iPad, como O Estado de S. Paulo e O Globo.

Mas, a partir de abril, quando se completar um ano após o surgimento do iPad e a revolução criada no segmento de tablets, a Apple já anunciou que os jornais não mais poderão oferecer acesso gratuito de seus conteúdos por meio da App Store. No Brasil, estima-se que a base de iPads fique entre 50 mil e 100 mil aparelhos. Esses usuários, portanto, se quiserem, terão que pagar pelo conteúdo dos jornais. Três grandes veículos nacionais – Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e O Globo – deverão apresentar novas versões em breve para seus respectivos aplicativos no iPad e passarão a cobrar pelo acesso ao conteúdo.

Nos EUA, o futuro lançamento do The Daily, jornal que é um projeto conjunto de Rupert Murdoch, da News Corp., e de Steve Jobs, da Apple, deve chegar em breve ao mercado com uma novidade, a possibilidade de oferecer ao usuário diferentes planos de assinatura, como semanal, mensal e automático.

A imposição da Apple de limitar o acesso a conteúdos gratuitos de usuários, no entanto, pode causar consequências a longo prazo para a empresa. Há uma crescente adesão de desenvolvedores ao Android, sistema operacional que equipa tablets concorrentes do iPad e que pode, futuramente, frustrar os planos da Apple de tentar dominar todas as esferas de conteúdo do tablet. O Android pode ser a saída para jornais e revistas que queiram oferecer acesso gratuito, como é o caso do projeto dos jornalistas brasileiros Joaquim Castanheira e Leonardo Attuch, que preparam o lançamento do primeiro jornal gratuito para iPad.

Fonte: M&M Online

Livros para Kindle já vendem mais do que livros impressos

Pode não parecer novidade, afinal seis meses atrás foi publicada uma informação nessa direção, mas se tratava do que eles chamam de hard cover. Agora não, é oficial e se trata de um grande marco na indústria de publicações: na Amazon, os livros eletrônicos para Kindle estão vendendo mais do que os livros chamados paperback, ou seja, as edições mais baratas, em capa mole de papel.
A notícia foi publicada no relatório da Amazon referente aos ganhos do quarto trimestre de 2010 (outra notícia é que as vendas do final de ano foram tão boas que o resultado de vendas no ano foi 40% superior ao do ano anterior). Segundo o CEO Jeff Bezos, "em julho último nós anunciamos que [as vendas de] os livros para Kindle tinham ultrapassado os capas duras e previmos que ultrapassariam os capas moles no segundo trimestre deste ano, assim este marco chega até mais cedo do que o esperado - e é topo do crescimento continuado na venda de capas moles."
A empresa acrescenta que em 2010 vendeu 115 livros para Kindle a cada 100 livros de capa model e "três vezes mais livros para Kindle do que de capa dura". Esses números não incluem livros para Kindle grátis, o que torna os números ainda mais significativos. O crescimento em e-books, assim como as as well as fortes vendas do Kindle 3, ajudaram a  Amazon a atingir US$10 bilhões em um único trimestre pela primeira vez em sua história.
Fonte: Mashable.

Fonte: Blog Marketing de Relacionamento

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Assinatura online do NYT custará US$ 20 por mês

Estimativa é de que o valor cobrado pelo veículo seja inferior ao da assinatura digital do Kindle; cobrança deve começar ainda no primeiro trimestre

Em breve, o New York Times deverá cobrar uma média de US$ 20 por mês aos leitores que quiserem acessar o seu conteúdo online. A iniciativa faz parte da busca do jornal por novas fontes de receitas, uma vez que o faturamento com publicidade na edição vem caindo de forma considerável nos últimos meses.

De acordo com reportagem da Bloomberg, o preço mensal de acessos ao conteúdo digital deverá ser inferior ao cobrado pelo NYT na assinatura mensal de leitura pelo leitor digital Kindle, da Amazon – que atualmente é de US$ 19,90.

Segundo a diretoria do jornal, alguns artigos poderão ser lidos sem custo, mas a maioria do conteúdo diário da edição só será acessada mediante o pagamento da assinatura. Já aqueles que assinam a edição impressa do NYT não precisarão pagar nada a mais para acessar a versão online.

Com a iniciativa, o New York Times entrará para o grupo de grandes jornais que cobram pelo conteúdo disponibilizado na internet, como já fazem o The Times, Financial Times e o Wall Street Journal.

Com informações da Folha de S.Paulo

Fonte: M&M Online

Curso Novos Talentos O POVO – 9ª turma

Últimos dias de inscrição

Prossegue até 9 de fevereiro o prazo de inscrições para participar da 9ª turma do curso Novos Talentos O POVO. Alunos a partir do 5º semestre do curso de Jornalismo podem participar do processo seletivo para concorrer a uma das vagas. 
O principal objetivo da iniciativa é propiciar formação complementar a estudantes que pretendem ingressar no mercado de trabalho. As inscrições permanecem abertas no site Novos Talentos O POVO (www.opovo.com.br/novostalentos), com atualização permanente do calendário de abertura de novas turmas.

Entre os benefícios estão a oportunidade de conviver em uma das Redações mais premiadas do Brasil; aprender com profissionais experientes; aulas de Português e Redação Jornalística; assinatura do O POVO no período do treinamento e certificação, desde que alcance a frequência e as notas mínimas exigidas.

A organização do curso exige que o estudante continue frequentando as aulas em sua faculdade. Somente serão aceitas inscrições de estudantes dos cursos de Jornalismo localizados em Fortaleza.

Processo seletivo:
A primeira fase da seleção é composta por uma prova escrita de Conhecimentos Gerais, Redação e Português. O próximo passo é uma entrevista com a equipe de Recursos Humanos do O POVO.
A partir daí, são selecionados 12 estudantes, que participam de um ciclo de palestras, durante duas semanas, com jornalistas do O POVO e convidados.
Um dos momentos mais especiais é a visita à casa de Dona Lúcia Dummar, filha do fundador do O POVO, Demócrito Rocha. No local, a anfitriã mantém a memória do jornal, desde a sua fundação, em 7 de janeiro de 1928. Os estudantes podem ver documentos, fotografias e toda a coleção do O POVO.
Após o ciclo de palestras, é a vez da entrevista com o coordenador do curso e diretores da UniOPOVO, última etapa da seleção. No dia 30 de março serão divulgados os nomes dos estudantes selecionados para participar do curso.  
O início está previsto para dia 11 de abril e tem duração de três meses, período em que terão a oportunidade de conhecer a rotina das redações do Grupo de Comunicação O POVO (jornal, rádio, TV e portal) e exercer atividades práticas. Os estudantes participam também de oficinas e cursos com jornalistas do Grupo e professores contratados.
O calendário completo e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.opovo.com.br/novostalentos


Serviço:
Novos Talentos O POVO – 9ª turma
Inscrições gratuitas até 9 de fevereiro de 2011
Informações: 3255 6085 e/ou www.opovo.com.br/novostalentos

Fonte:

Joelma Leal
Assessora de Imprensa
do Grupo de Comunicação O POVO (Fortaleza – CE)
(85) 3255 6055

Correio Braziliense no iPad: aprovado pelos usuários

Em menos de uma semana de estreia da versão para iPad, o Correio Braziliense alcançou o primeiro lugar em ranking da App Store do Brasil.

Com a missão de ultrapassar as fronteiras para que o seu conteúdo seja acessível em qualquer lugar do Brasil e do mundo, o Correio Braziliense deu mais um avanço tecnológico e lançou sua versão para iPad. Já no primeiro final de semana da estreia, o jornal conquistou o topo no ranking dos aplicativos de Notícias mais baixados na App Store do Brasil. O jornal também atingiu a marca de segundo lugar na categoria Geral (que inclui games, utilitários e outros programas). O conteúdo foi bem recepcionado pelos usuários, que avaliaram o aplicativo com 5 estrelas. A justificativa para o sucesso se deve ao conteúdo diferenciado, aos recursos multimídia e suplementos elaborados especialmente para o dispositivo.

A 1ª fase da campanha de divulgação do aplicativo do Correio Braziliense para iPad continuará até 20 de fevereiro. As peças publicitárias incluem anúncios no Correio Braziliense, além de conteúdo editorial no jornal, banners de internet nos sites do grupo Diários Associados (Superquadrado e DHTML), VT na TV Brasília, spot na Rádio Clube FM, cartazes para as lojas de Classificados, envio de e-mail marketing e disponibilização de banner no Facebook e Eleva Mídia (Look Indoor), e veiculação no site Esporte Interativo.

A versão do Correio Braziliense no iPad estará disponível para download na App Store. Até o dia 20 de fevereiro de 2011, o acesso ao conteúdo será gratuito. Após esta data, os consumidores poderão usufruir do conteúdo por US$ 0,99 pelas edições de segunda-feira a sábado, e US$ 1,99 pelas de domingo.


Fonte: Comunique-se

Super Notícia passa a Folha e editor acredita que jornal possa crescer ainda mais


 
O editor do jornal Super Notícia, Rogério Maurício, comemora o fato de o veículo fechar 2010 como o periódico de maior circulação do Brasil, à frente da Folha de S.Paulo, que liderou o ranking por 24 anos, mas acredita que o jornal mineiro ainda possa crescer mais. “Num mercado como o nosso, numa cidade grande, ainda temos espaço para crescer ainda mais”, afirmou. O jornal, que custa R$ 0,25, registrou média diária de circulação de 295.701 exemplares, contra 294.498 da Folha.

Para Rogério, o crescimento da classe C impulsionou as vendas do jornal popular. “Nossos leitores não migraram de outro jornal para o nosso. É um novo mercado leitor. São pessoas que nunca leram jornal e encontram o Super Notícia em padarias, mercearias e bancas”, explica.

Outro fato que pode ter incrementando as vendas foi o lançamento da revista Super TV, que circula às quintas-feiras com o jornal. A revista, com uma tiragem de 100 mil exemplares, é vendida por R$ 0,75 e foi lançada no dia 16 de setembro de 2010.

A Redação do Super Notícia é formada por cerca de 20 jornalistas, mas um número grande de profissionais de O Tempo e O Tempo Online colaboram com o jornal mineiro, num trabalho integrado.

O principal concorrente do Super Notícia é o Aqui MG, dos Diários Associados, que aparece na 27º posição do ranking, com 41.539 exemplares.

Fonte: Comunique-se

Jornal O Estado do Paraná deixa de existir no papel

Diário publicará seu conteúdo somente no formato online; mudança ainda não tem data para acontecer




O jornal O Estado do Paraná, que circula na cidade de Curitiba, deixará de existir no formato papel após 59 anos de história. O grupo Paulo Pimentel, de propriedade do homônimo ex-governador do Paraná, declarou que a publicação passará a ser publicado somente na versão online.

A data para a mudança ainda não foi divulgada. Atualmente, O Estado do Paraná conta com uma tiragem diária de 20 mil exemplares (aos dias de semana) e de 25 mil aos domingos. Segundo o grupo, o processo de readequação do conteúdo e de publicação somente digital levará algum tempo para ser implantado.

A medida, a princípio, vale somente para esse título. A outra publicação do grupo – o jornal Tribuna do Paraná, que conta com uma tiragem diária de 30 mil exemplares – continuará existindo no formato impresso.

O mesmo destino do JB

O que está prestes a ocorrer com o Estado do Paraná já aconteceu com o tradicional Jornal do Brasil no ano passado. No dia 31 de agosto de 2010 circulou no Rio de Janeiro a última edição impressa da publicação, que tinha 119 anos de história. Na época a justificativa para a decisão, tomada pelo empresário Nelson Tanure, da Docas Investimentos, foi a de que o periódico saia do papel para entrar na era da modernidade. Na verdade, diversos problemas financeiros acabaram deixando a operação impressa do JB insustentável.

Desde o dia 1º de setembro de 2010, o Jornal do Brasil passou a publicar seu conteudo somente na internet, por uma assinatura mensal no valor de R$ 9,90.

Com informações da Folha de S.Paulo.

Fonte: M&M Online
 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mídia: cresça com moderação


O “espetáculo do crescimento” previsto pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, aconteceu, de fato, apenas em 2010. Os dois grandes eventos do ano – Copa do Mundo e Eleições – atraíram audiência e aumento do faturamento publicitário. Mas não para todos os meios. Para os jornais, a Copa deixou um saldo negativo. Evento nativo da televisão, a Copa do Mundo gerou receita extraordinária para a TV e alto investimento e baixo retorno para os jornais. As verbas governamentais, por conta do ano eleitoral, escassearam.

Para este ano, entretanto, com a administração Dilma Rousseff, a palavra da vez é “rigor”. As últimas medidas de contenção de crédito adotadas no final do governo Lula devem ter reflexos para a mídia e os executivos esperam um ano bom. Mas não espetacular como 2010. Em mesa-redonda realizada pelo Meio & Mensagem, representantes dos vários segmentos debateram o futuro da mídia e os mais diversos modelos do setor que transitam entre a mídia tradicional, off-line, e o novo mundo online.

Participaram do encontro Fábio Coelho, presidente do iG (e também presidente do IAB Brasil); Rubens Campos, diretor geral do Sistema Globo de Rádio; Caco Alzugaray, presidente executivo da Editora Três; Flávio Pestana, diretor geral e CEO da Rede Bom Dia/Diário de S. Paulo; Alberto Niccoli Jr., vice-presidente sênior e gerente geral da Sony Pictures Television no Brasil; e Martha Cajado, diretora de marketing da TV Bandeirantes.

“O desafio da indústria da internet no Brasil é permitir que esse ecossistema cresça de uma maneira saudável através da valorização do meio”, disse Fábio Coelho. Para Rubens Campos, “o desafio é produzir conteúdo de qualidade nas mais diversas formas possíveis e ancorar o crescimento do negócio na força da marca, na credibilidade e no prestígio.”

Segundo Flávio Pestana, “cada grupo social terá um comportamento diferente para a adoção de novos meios, como o tablet. Será numa velocidade diferente. Os jornais populares demorarão muito mais para fazer essa migração, até mesmo por conta do poder aquisitivo, pela cultura e pelo hábito.”

“Para nós, está cada vez mais claro que vão se perpetuar as marcas, independentemente das plataformas. As marcas, no mundo inteiro, têm se mostrado muito fortes”, afirma Caco Azulgaray. Diz Martha Cajado que “o desafio é sustentar o nível de consumo do nosso conteúdo. Temos que olhar o público jovem porque é o público que mais consome as diferentes plataformas e acho que a TV digital é uma grande alavanca para levar esse conteúdo para as pessoas.”

Na opinião de Alberto Niccoli Jr., “sem sombra de dúvida, em termos de mercado publicitário, temos que ficar felizes porque o nosso mercado cresce. Isso é a coisa mais importante. Depois, vamos brigar no dia-a-dia pela nossa fatia. São questões que fazem parte do nosso negócio.” A íntegra da mesa-redonda está na edição 1441 de Meio & Mensagem, com data de 10 de janeiro de 2011.

Fonte: M&M Online

NewsCorp prepara jornal para iPad

Segundo reportagem da Reuters, Rupert Murdoch apresentará a publicação digital em um evento no dia 19 de janeiro


No próximo dia 19 de janeiro, a News Corp deve revelar ao público o aguardado jornal produzido especialmente para tablets, conforme noticiado há alguns meses. De acordo com informações da Reuters, a publicação digital deverá ser apresentada em um evento nos Estados Unidos pelo próprio Rupert Murdoch. O presidente-executivo da Apple, Steve Jobs, também deve estar presente.

A criação de um noticiário direcionado especialmente à mídia digital faz parte das estratégias da corporação de mídia de recuperar participação no segmento jornalístico. Segundo informações antecipadas pela companhia, o novo jornal terá o nome de Daily e trará informações relacionadas a acontecimentos gerais, artes, cotidiano, esportes e também opinião de especialistas e jornalistas.

A News Corp. também anunciou que a distribuição do jornal no iPad (o primeiro tablet que terá o direito de distribuí-lo) acontecerá por meio de comercialização de assinaturas.

Com informações da Reuters

Fonte: M&M Online

Jornal Extra lança novo portal voltado para a classe C


O jornal Extra acaba de lançar um novo portal totalmente dedicado à classe C. Com a nova página, a empresa pretende se posicionar para a nova classe média e alcançar a marca de 12 milhões/mês de visitantes únicos, superando a média dos oito milhões/mês de 2010.

Os canais de notícia foram diferenciados por cores e as fotos e vídeos ganharam mais espaço nas páginas. A nova página também permite que o leitor participe de enquetes, fóruns, comentários e promoções, além de poder enviar fotos e vídeos pelo “Eu-repórter”.

Redes sociais
O site destaca, na parte superior, a seção “Tá bombando!”, que exibe os assuntos e personalidades de maior repercussão no Orkut, Facebook, YouTube e Flickr e Twitter.

Em outra área, as notícias podem ser lidas com ajuda do Google Maps, para que o leitor possa escolher sobre qual região gostaria de se informar.

“Esse projeto reflete a essência do Extra de ser o tradutor da notícia, de apresentar a notícia que afeta o dia a dia do leitor, com uma linguagem simples. O site traz os assuntos que o leitor quer, do seu jeito e na hora que ele precisa”, explica Daniela Ferreira, gerente de marketing do Extra, enfatizando que, com essas características e target muito bem definido, o Extra Online também se reafirma para os anunciantes que querem falar com a classe C.

Extra Explica
A empresa também lançou o site Extra Explica, um guia online que tem o objetivo de resolver problemas cotidianos, inclusive com a ajuda de especialistas nas áreas afins.

"O Extra fala a língua da nova classe média (...) O Extra conversa com esse público o tempo todo. As pessoas ligam para a redação e conversamos como amigos conhecidos, com uma viva relação de confiança porque atendemos às suas necessidades de informação, de entretenimento e de serviços, ajudamos nas suas escolhas neste momento de crescimento que as pessoas e o mercado vivem no país", afirma Aloy Jupiara, editor-executivo do Extra Online.

Fonte: Comunique-se

Apple proíbe que jornais ofereçam aos assinantes versão gratuita no iPad


A Apple proibiu jornais europeus de oferecer aos assinantes da versão impressa o acesso gratuito à versão para iPad. Segundo os sites alemães deVolkskrant e nrc.nl, a empresa tentaria conter suas perdas, que já chegou a 30% do valor das transações com os veículos noticiosos. Para garantir seus lucros, a partir do dia 1/4 a Apple pretende banir o acesso gratuito à versão no iPad dos jornais.

Os jornais norte-americanos ainda não informaram se receberam a mesma orientação. No Brasil, Folha e Estadão oferecem acesso gratuito aos seus conteúdos no iPad, no entanto, as empresas pretendem cobrar no futuro.

As informações são do IDG Now.

Fonte: Comunique-se

 

Jornais estão fora do novo marco regulatória da mídia


O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informou que a mídia impressa não faz parte do texto do novo marco regulatório do governo. Na última semana, em entrevista ao programa "3A1", da TV Brasil, o ministro disse que o novo marco proibiria a propriedade cruzada de veículos de comunicação, mas não detalhou que tipos de veículo entrariam no projeto.

Paulo Bernardo é contra empresas que possuem rádio, jornal e televisão em uma mesma região, mas retirou o jornal do debate. "Jornal não está nessa discussão, né? O projeto não trata de mídia impressa, nem jornal, nem revista, outdoor, busdoor, tudo isso está fora."

Segundo o ministro, o conteúdo online também não será regulamentado pela nova legislação.

As informações são da Folha de S.Paulo.

Fonte: Comunique-se

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O POVO 83 anos: diálogo permanente


A capa da primeira edição do O POVO circulou no dia 7 de janeiro de 1928 e tinha apenas 16 páginas, 44 cm de altura e 31 cm de largura, porém dar voz aos leitores sempre fez parte da história do jornal, que teve o nome escolhido mediante consulta popular. Hoje, 83 anos depois, O POVO mantém a tradição e abre as portas para dar continuidade ao diálogo.

Na próxima sexta, dia 7, na solenidade que marca o aniversário, será realizada – na presidência do O POVO - a posse do novo mandato do Ombudsman e a nova composição do Conselho Consultivo de Leitores, elementos que reforçam o diálogo e a aproximação entre O POVO e a sociedade.

Complementando a programação, será lançada a 11ª edição da Revista de Estudos Constitucionais organizada pelo jurista Paulo Bonavides. Toda a cerimônia será transmitida por meio do portal O POVO Online, assim como pelo twitter do Grupo (@opovoonline). Será utilizada a hastag #83anosopovo

A data coincide, ainda, com os dois meses de aniversário do novo projeto gráfico e editorial do O POVO, a quinta renovação gráfico-editorial do O POVO desde 1997, quando foi lançado o Projeto Século XXI.

Em 2010, a editoria Opinião também passou a contar com novos articulistas e colaboradores, foram conquistados prêmios nacionais (Esso, Embratel, Allianz), lançados diversos cadernos especiais temáticos (Chico Xavier, 60 anos de Brasília, Caderno de Fátima, Guia da Copa, Fortaleza do Futuro, Trilogia Inquisição – No Rastro dos Amaldiçoados e outros) e desenvolvidos aplicativos para acesso ao conteúdo por meio de iPad e iPhone.

No mesmo dia da cerimônia de posses e lançamento da Revista, uma equipe do O POVO irá preparar uma grande surpresa, às 12 horas, na Praça do Ferreira.

Fonte:
Joelma Leal
Assessora de Imprensa
do Grupo de Comunicação O POVO (Fortaleza – CE)
(85) 3255 6055


O Estado de S. Paulo completa 136 anos de circulação


O jornal O Estado de S.Paulo completa nesta terça-feira (4/1) 136 anos de circulação. O veículo foi fundado em 1875, com o nome de A Província de S.Paulo. No último ano, o jornal reformulou seu site, investiu em sites próprios como o Economia & Negócios, Política e Paladar.

Além disso, o Estadão lançou o Sabático, caderno literário semanal dedicado à cultura, e reformulou os cadernos TV, Estadinho e Feminino. Aos finais de semana o jornal também investiu em música, com os cadernos C2 + Música no sábado e C2 Domingo, no domingo.

De acordo com a empresa, a circulação total do veículo cresceu cerca de 10% de janeiro a setembro de 2010, enquanto o mercado registrava alta de 2%. A publicidade registrou aumento de 15% no mesmo período.

Fonte: Comunique-se

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Google quer criar jornaleiro on-line para celulares com Android e iPad

Gigante das buscas já está negociando com grandes editoras nos EUA

LOS ANGELES

A Google está trabalhando para criar uma "banca de jornais digital" para tablets e celulares com Android, que distribuiria conteúdo de jornais e revistas, como informou ontem o "Wall Street Journal". A empresa já está discutindo o assunto com várias editoras, como Time Inc., Condé Nast e Hearst. Ela estaria também conversando com a Apple, que domina a distribuição desse tipo de conteúdo, via iPad.

A maioria das grandes revistas oferece uma versão para iPad baseada em aplicativo, incluindo todas as 14 publicações da Hearst, em cuja lista constam as revistas "Esquire" e "Cosmopolitan". A despeito da variedade de publicações disponíveis para o popular tablet da Apple, o iPad não foi um sucesso total nesse filão. Muitas publicações que tiveram lançamentos espetaculares de seus aplicativos para o tablet sofreram quedas consideráveis nas vendas dessas edições digitais e um dos principais motivos para isso foi a falta quase total de um modelo baseado em assinatura.

Apenas algumas publicações oferecem assinaturas para o aplicativo de suas revistas no iPad. A revista "The Economist" cobra US$ 110 por um ano de acesso on-line à publicação no iPad e no iPhone. Assinaturas de 12 e 24 semanas também estão disponíveis para a "Newsweek".

As divergências entre a Apple e as editoras quanto ao modelo de assinaturas resumem-se a dois itens:

Primeiro: a Apple propõe o mesmo plano de compartilhamento de receita que oferece a outros desenvolvedores de aplicativos: 70% dos lucros vão para as editoras e 30% ficam com a Apple.

Segundo: nenhum dos lados quer compartilhar com o outro os dados pessoais dos assinantes. A parceria, assim, fica comprometida.

Fonte: Jornal O GLOBO, edição de 4 de janeiro de 2011.

E-Books: 5 Tendências Que Mudarão o Futuro da Indústria de Livros

(Artigo de Philip Ruppel, president da McGraw-Hill Professional,empresa líder mundial na publicação de conteúdo impresso e eletrônico para comunidades científicas, técnicas,médicas e de negócios)

Sem dúvida, o e-book, ou livro eletrônico, é a maior coisa que atingiu a indústria de publicações desde a invenção do tipo móvel. Editoras e revendas estão relatando um crescimento astronômico.
A McGraw-Hill tem desempenhado um papel ativo no desenvolvimento da tecnologia de e-books desde o lançamento do RocketBook (um dos primeiros leitores de e-books), mais de 10 anos atrás. Hoje, a produção e a distribuição de e-books ocupa um lugar central em nossa estratégia de crescimento.
É portanto da linha de frente da revolução do e-book que trago para vocês essas 5 tendências.

1. E-Books Aperfeiçoados Estão Chegando e Vão Ficar Cada Vez Melhores
Os consumidores já mostraram que amam os e-books por sua conveniência e acessibilidade, mas em última instância um livro eletrônico é o mesmo que um livrp impresso, apenas em formato digital. O e-book de um futuro não distante sera muito mais do que texto. A interatividade chegou e mudará a natureza do e-book.
Imagine um video que mostra como consertar uma torneira pingando ou resolver complexos problemas de matemática estatística; audio que pronuncia palavras de uma língua estrangeira à medida em que você as lê; e uma planilha que deixa você conferior o que você lembra e compreender o que lê. Esses recursos interativos e mais estão sendo desenvolvidos agora e estarão no mercado em uma questão de semanas, e não de meses.
Os editores já estão trabalhando em designs para os e-books aperfeiçoados do futuro. Imagine também: se você não sabe cinco questões de seu teste de geometria, seu livro se adaptará e mudará para ajudar a você a aprender as questões e conceitos que não sabe? O seu novo romance oferece uma plataforma para que os grupos de leitura possam discutir o livro diretamente com o autor? Alguns recursos dos e-books de hoje, como entrevistas com o autor e trechos de filmes, são idéias de ontem. Os consumidores vão exigir um tipo de experiência mais ampla.

2. A Guerra de Equipamentos Está Próxima do Fim
Os equipamentos estão proliferando até o ponto da confusão. O consumidor deve comprar umNook,um Kindle, um Sony e-reader, um iLex ou qualquer um dos outros 20 e-readers que estão no mercado? Ou devem comprar um iPad,um Galaxy Tab, ou oputro tablet com Android? Ou nada disso? Você já notou, no metro, ou no ônibus, quantas pessoas estão lendo em seus telefones? Para um número cada vez maior de leitores, o celular é bom para ler sobre qualquer coisa. À medida em que caminhemos, a confusão do consumidor vai provavelmente levar a uma consolidação rápida em torno de alguns vencedores - ninguém quer ter o próximo "Betamax para livros".
A maioria dos desenvolvedores está desenvolvendo softwares que funcionarão em múltiplos equipamentos (Kindle também funciona no iPad, no iPhone, e em computadores, por exemplo), por isso os consumidores vão se preocupar menos com o equipamento e mais com a experiência que o software oferece, a portabilidade dos títulos de um equipamento para outro e o acesso a um catálogo completo de títulos.

3. O E-Book de US$9.99 Não Vai Durar Para Sempre
A Amazon popularizou o preço de $9.99 para best-sellers, facilitando a adoção do Kindle e o consumo dos e-books. Isso tem causado confusão entre muitos consumidores que pensam simplesmente que todo e-book deveria custar US$9.99 ou menos. Mas a maioria dos títulos oferecidos pela Amazon tem preço superior a esse, especialmente aqueles com recursos interativos únicos. Para editoras voltadas para um public professional ou técnico, como a McGraw-Hill, os e-books não podem ter o mesmo preço baixo de produtos de massa, que é o que muitos consumidores pensam que deveria ser aplicado a todo e-book. Nossos custos vêm de altos investimentos no desenvolvimento de produtos e editorial, com conteúdo técnico e sofisticado. Os custos de papel, impressão e acabamento são apenas uma fração do gasto real. E em algumas areas muitos específicas e técnicas, nossos mercados são muito menores. Nós simplesmente não podemos nos permitir publicar o trabalho se ele tiver que ser precificado ao preço de $9.99.
A oportunidade real para os editors sera desenvolver e-books que ofereçam o tipo de recursos interativos mencionados acima. Nossos clientes exigirão livros interativos que ofereçam uma experiência muito melhor, mais informada e enriquecedora. Para eles, a experiência (não o custo) é frequentemente o motivador primário.

4. O 'Contextual Upsell' Será um Modelo de Negócios a Observar
Os E-books permitem aos editors interagir com seus clientes de novas maneiras. Imagine consumidores que estão tentando aprender estatística e com dificuldades em uma fórmula particular. Eles perguntam aos amigos, mas ninguém conseguem explicar direito. Então, eles clicam um botão de ajuda que os leva a um site onde podem baixar tutoriais relevantes sobre formulas especificas por US$2.99. Eles escolhem aquela que precisam e ganham uma nova ferramenta de aprendizagem que os ajuda a progredir em seus estudos. Multiplique isso por centenas de milhares de estudantes que têm problemas de aprendizagem similares e que comprarão através do livro ("in-book app purchase") e isso será sem dúvida uma nova e interessantes oportunidade de marketing.

5. Os Editores Serão Mais Importantes do que Nunca
Apesar da onda de autopublicação via web, as editoras desempenharão um papel até maior no mundo do e-book. Conteúdo 'commodity' pode ser encontrado em todo canto (e a maioria grátis), mas conteúdo de alta qualidade, editado profissionalmente - o que exige uma equipe de especialistas - continuará tendo muito valor.
Na McGraw-Hill, cada livro técnico de referência envolve equipes de ediotores, copydesks, revisores e designers para produzi-lo. No mundo digital, o papelo dos editors sera maior à medida em que as novas tecnologias oferecem uma experiência de uso e aprendizagem também maior. Mais ainda, com o fenomenal crescimento de conteúdo que é oferecido via web, os consumidores procurarão e pagarão por conteúdo especializado que agregue e contextualize informação de forma eficiente para eles e ofereça opções de busca altamente acuradas e específicas. Editores com expertise e recursos nessas areas emergentes serão aqueles que escreverão as novas regras da publicação de e-books.
Trad. de Mashable.com

Fonte: Blog Marketing de Relacionamento

65% dos norte-americanos pagam por conteúdo online


Dados de uma pesquisa elaborada pelo instituto Pew Internet & American Life, uma organização sem fins lucrativos, indicam que nos Estados Unidos a maior parcela de usuários de internet (65%) já efetuou alguma compra de conteúdo on-line, como assinatura de jornais e revistas.
A preferência desses internautas, no entanto, está em adquirir programas de computadores e conteúdo musical (33%).  Em seguida, de acordo com o levantamento, aparecem os aplicativos para celulares e tablets com a segunda maior procura (21%) do mercado online, enquanto outros (16%) buscam investir em filmes e séries de televisão.
Neste ranking de serviços pagos pela web, a imprensa americana, com versões digitais de jornais e revistas, desperta interesse de 18% dos leitores locais, porcentagem que também também inclui a compra de reportagens avulsas.


Fonte: Comunique-se

Dilma quer popularizar iPad com valores entre R$ 400 e R$ 500


Além do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que pretende oferecer internet a preços populares, a presidente Dilma Rousseff quer popularizar o uso de tablets no Brasil. Dilma já pediu ao novo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que negocie com empresas nacionais valores entre R$ 400 e R$ 500. A presidente, que possui um iPad, quer que os leitores digitais a preços populares também possam ser parcelados.

“A Dilma falou assim: ‘chama os produtores nacionais de computador e faz uma negociação com eles para fornecer tablets com preço mais popular’. Preço popular seria R$ 400, R$ 500, algo que a prestação caiba no bolso”, afirmou o ministro em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo. Atualmente, o iPad custa entre R$ 1.649 a R$ 2.599 no Brasil.

Além de Dilma, o empresário Eike Batista já demonstrou preocupação com o alto preço do iPad no País. Eike confirmou que negocia a instalação de uma fábrica dos produtos da Apple no Brasil. Eike conversou com dois grupos responsáveis pela montagem dos aparelhos da Apple na Ásia. A intenção é que a fábrica seja instalada no complexo do Porto Açu, da LLX, companhia de logística da EBX, em São João da Barra, no litoral norte do Rio de Janeiro


Fonte: Comunique-se

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011